domingo, 3 de abril de 2011

Cuidado com a reforma política.

Excluída a criação da medida provisória e a reeleição, em nada se modificou o cerne do sistema político brasileiro instituído na Constituição de 1946.
Durante os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte prevaleceram as ideias de implantação do regime parlamentarista e do voto distrital misto. Apenas na votação em plenário, em março de 1988, venceram a proposta presidencialista e o voto proporcional para a Câmara dos Deputados. Foi Sarney, agora arauto da reforma política, que, no afã de obter cinco anos de mandato presidencial, promoveu a derrota do parlamentarismo e do voto distrital misto, acoplada à concessão de um quinto ano de exercício da Presidência da República.
Interesses de assunção ao poder presidencial levaram a que o PT se unisse a Quércia e a Maluf na vitoriosa campanha pelo presidencialismo em 1993, ao que se somou a total inoperância da revisão constitucional no plano político, cujo único resultado foi a redução do mandato do presidente da República para quatro anos, sem reeleição, introduzida depois por Fernando Henrique e cuja supressão agora é proposta pela Comissão da Reforma Política.
Há muitos temas em debate, mas a grande questão diz respeito ao sistema eleitoral para a eleição de deputados e vereadores: proporcional, lista fechada, distritão, distrital puro, distrital misto, proporcional por distritos.
No sistema proporcional atual, o partido elege tantos deputados quantos resultam do número de votos recebidos pelo partido dividido pelo quociente eleitoral, que, por sua vez, é alcançado mediante a divisão dos votos válidos na eleição pelo número de deputados do Estado. Se São Paulo tiver 21 milhões de votos válidos, sendo 70 as cadeiras do Estado na Câmara, o quociente é de 300 mil votos. Se o partido teve 3 milhões de votos, cabe-lhe ter dez deputados.
A tentativa de alterar o sistema proporcional é contínua, mesmo porque consabidos seus vícios: milhares de candidatos a disputar, em lista aberta, por todo o Estado, encarecendo a eleição; distância entre eleitor e candidato; prevalência de celebridade, cantor, palhaço ou ex-BBB; vota-se na pessoa, mas sem perceber se está a votar também no partido, pois o milhão de votos em Tiririca elevou, pelo sistema proporcional, o número de vagas do seu partido e dos coligados. Vota-se em A, elege-se B; compra de apoio de líderes de redutos eleitorais consagrando quem tem dinheiro, mas não tem laços com a comunidade; fragilização dos partidos políticos, pois candidatos de um mesmo partido digladiam entre si.
Pelo sistema da lista fechada ou preordenada, busca-se fortalecer os partidos, pois não mais se vota em candidatos, mas em partidos políticos que terão número de vagas correspondentes aos votos recebidos na forma proporcional acima descrita. O partido indica em convenção a ordem da lista dos deputados. Se o partido ganha direito a dez cadeiras, os primeiros dez da lista estão eleitos. Não se afastam males do sistema proporcional, pois se votará no partido, por exemplo, do Tiririca, mas por causa do Tiririca, que constará do cimo da lista, sem dúvida, pois do contrário não se candidataria. Ganha muita força a oligarquia partidária e afasta-se o eleitor do candidato.
Pelo sistema apelidado de distritão, elimina-se o quociente eleitoral, a forma proporcional. Os candidatos disputam em todo o Estado e serão eleitos os mais votados, independentemente dos votos recebidos por seu partido. Dá-se total preferência à pessoa do candidato, com menosprezo ao partido. O conjunto da votação partidária será ignorado, além de ser mantido o mal da lista aberta do sistema proporcional.
No sistema distrital puro, aproxima-se o candidato do eleitor, reduz-se o campo geográfico da disputa, com barateamento da eleição, impede-se o surgimento de candidatos paraquedistas, porém é prejudicial a eliminação de qualquer proporcionalidade, com supressão de representação das minorias, por vezes bem votadas, como sucedeu com o Partido Liberal na Inglaterra. Conduz ao fim da multiplicidade de vertentes no Parlamento.
O sistema distrital misto adotado na Alemanha seria o ideal, com o eleitor tendo dois votos, um no candidato do distrito e outro no partido, que apresenta lista fechada. Ganham, pelo sistema majoritário, os candidatos eleitos nos distritos e, pelo sistema proporcional, os candidatos da lista partidária, em número para completar as cadeiras a que faz jus o partido, em vista dos votos recebidos, mas não preenchidas pelos resultados dos distritos. Combinam-se as virtudes de ambos os sistemas, mas as dificuldades estão na necessidade de emenda constitucional e na compreensão do sistema pela população.
Por fim, há a proposta de votação em distritos, mas proporcional, razão pela qual poderá ser estatuída por projeto de lei. A disputa, em vez de ser em todo o Estado, dar-se-á em distritos nos quais é dividido o Estado, em número três vezes superior ao número de deputados do Estado, para se ter distritos menores. O cálculo dos eleitos, todavia, deve ser feito pelo sistema proporcional. Por esta proposta, sugerida pelo professor José Afonso da Silva, os candidatos não são eleitos nos distritos, mas votados no distrito em que concorrem. O número de cadeiras será determinado pelo sistema proporcional, em vista do conjunto de votos do partido no Estado. O partido com direito a dez deputados terá os dez mais votados do partido em todo o Estado como eleitos. As vantagens estão na proximidade entre eleitor e candidato, no barateamento da disputa, na ausência de luta entre candidatos do mesmo partido.
Interesses subalternos, muitas vezes, ditam as preferências dos partidos. A sociedade deve estar atenta em face de mudanças que visem apenas ao aumento de bancadas, e não à melhoria de nosso sistema político.
ADVOGADO, PROFESSOR TITULAR DA FACULDADE DE DIREITO DA USP, MEMBRO DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS, FOI MINISTRO DA JUSTIÇA 

sábado, 2 de abril de 2011

Alunos ameaçam parar a USP Leste

Estudantes do campus Leste da Universidade de São Paulo querem parar na próxima quinta em protesto a possível extinção de vagas


O campus Leste da Universidade de São Paulo (USP) está em polvorosa. Um relatório chamado "Estudo das Potencialidades, Revisão e Remanejamento de Vagas nos Cursos de Graduação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP" vazou para os alunos, há duas semanas, e vem provocando protestos entre os estudantes. O relatório sugere o remanejo e a extinção de vagas em alguns cursos e a fusão do curso de obstetrícia com o de enfermagem.

No estudo, são citados como motivos para a extinção do curso de obstetrícia o fato de que o diploma não é reconhecido pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e que há baixa procura pelas vagas. A coordenadora do curso, a professora Nadia Zanon Narchi, desmente a afirmação. "Há procura sim, e a maioria das 120 vagas está preenchida", falou. 





















Porém, Nadia admite que a falta de reconhecimento do diploma atrapalha os egressos do curso. "De 90 alunos formados pelo curso, apenas 20 estão empregados, mas o profissional obstetra é fundamental para muitas situações que envolvem a saúde da gestante e para mudar o quadro do Brasil como campeão mundial do número de partos com cirurgia cesárea", afirmou a coordenadora.

Alunos estão organizando uma paralisação para a próxima quinta-feira, dia em que ocorre a reunião do grupo de estudos da diretoria da USP-Leste, que vai continuar o debate sobre os cursos que deverão sofrer mudanças.

Na última quinta-feira, o diretor da USP-Leste, Jorge Boueri, esteve reunido com um grupo de 200 alunos de diversos cursos. Os estudantes exigiram que Boueri assinasse documentos se comprometendo a não diminuir as vagas e dizendo ser  contra a extinção do curso de obstetrícia. Ele assinou apenas o que se comprometia a não extinguir o curso que forma obstetrizes.

Porém, alunos do curso estão inseguros em relação ao que vai acontecer. "O diretor não falou se a obstetrícia vai acabar. Não sei nem se vou conseguir me formar", disse Leonor Pinheiro, de 25 anos, que está no quarto ano. 


Emails sobre Inserção Profissional para formados em GPP

Caros Alunos(as),

Segue - abaixo - duas oportunidades de programas de Trainee de empresas de consultoria que têm áreas de prestação de serviços para governos.

http://www.pwc.com/br/novageracao

http://www.dreves.com.br (cosultar o programa da KPMG).

Tratam-se de oportunidades para aqueles alunos que pretendem trabalhar na iniciativa privada utilzando de seus conhecimentos sobre gestão/políticas públicas. Lembro que - atualmente - temos alguns alunos e egressos que trabalham em atividades similares/iguais as que são ofertadas.

Um abraço,

Fernando Coelho





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Caro Coelho e colegas,

o processo da PwC é realizado através de empresa contratada e que inclusive pré - seleciona os cursos que poderão concorrer às vagas da empresa.

Nesses casos, como podem ver: http://www.elancers.net/frames/pwc/frame_geral.asp GPP não faz parte do "grupo seleto" de cursos indicados, o que literalmente, tende a zero as chances de avançar no processo para nós.

Demonstro isso, por que sei que o curso vai entrar em um momento de eleição de coordenadores, e esta questão (a visibilidade do curso seja na inic privada, 3 setor ou setor públ) é uma plataforma importante no debate.

Att,
Alexandre Lima (Malufinho)





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Caro Malufinho e alunos,

Não havia me atentado para tal, no caso da PWC. Sem dúvida, em casos como esse, temos que apresentar o curso para os recrutadores. Tenho notícias de alunos de nosso curso que usam como artíficio o apontamento de nosso curso tal como se fosse de Administração Pública e, posteriormente, durante o processo, explicam tal situação.

O problema (maior) é no setor público. Temos concursos, sobretudo em municípios, que ainda não prevêm a nossa nomenclatura. Abaixo, envio uma mensagem que recentemente envio à Secretária de Administração de Osasco, após alguns alunos de nosso curso alegarem que não consiguiram se inscrever no concurso público para analista de RH daquela Prefeitura Municipal.

Essa é uma situação que todos devemos enfrentar pro-ativamente.

Um abraço,

Fernando Coelho

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 Data: Thu, 06 Jan 2011 14:29:59 -0200
 De: fernandocoelho@usp.br
 Assunto: Informações sobre o Curso de Graduação em Gestão de Políticas Públicas - EACH-USP
 Para: cristianedutra@uol.com.br

Prezada Sra. Cristiane Dutra
Secretária Adjunta de Administração do Municiípio de Osasco-SP

Conforme nossa conversa - por telefone - nesta tarde, escrevo para repassá-la algumas informações (adicionais) do curso de graduação em Gestão de Políticas Públicas (GPP) da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo (USP).

Implantado em 2005 no novo campus da USP na zona leste da capital, o curso de GPP é um exemplo de projeto inovador no ensino superior em Administração Pública no Brasil. Como o estatuto da universidade proíbe a oferta de dois cursos iguais no mesmo município, diante da já existência do curso de Administração na FEA-USP e sendo o curso de Administração Pública uma habilitação do curso de Administração, a EACH-USP concebeu, então, um bacharelado em Gestão de Políticas Públicas.

A partir da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão na área de Gestão de Políticas Públicas, o curso com 120 vagas/ano, 60 no período matutino e 60 no período noturno, visa preparar lideranças, em níveis estratégico e tático, comprometidas com a eficiência, eficácia e efetividade das instituições públicas.

A grade curricular do curso oferece disciplinas que englobam todo o processo administrativo (planejamento, organização, direção e controle) a partir das diversas áreas funcionais da administração (recursos humanos, finanças, sistemas de informação (e-gov), logística, processos, projetos e governança). Além da vantagem de essas disciplinas serem ministradas (e problematizadas) a partir das especificidades do setor público, os alunos têm um formação acadêmica tecnopolítia com o aporte da teoria e aplicações da Ciência Política em geral e das Políticas Públicas em particular, o que permite uma compreensão ampla (e realística) da dinâmica das organizações públicas.

Informações adicionais sobre o nosso curso estão disponíveis no site www.each.usp.br/gpp e no folder (em anexo). Sem dúvida, nosso curso está
no rol de competências/qualificações para o concurso público de analista de recursos humanos da Prefeitura de Osasco-SP.

Quaisquer dúvidas adicionais, estou à sua disposição para esclarecimentos.


Cordialmente,


Fernando Coelho


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Prof. Dr. Fernando de Souza Coelho
Universidade de São Paulo
Escola de Artes, Ciências e Humanidades
Curso de Graduação em Gestão de Políticas Públicas
Curso de Mestrado em Sistemas Complexos
e-mail: fernandocoelho@usp.br
TEL. (com.): +55 11 30918879
tel. (cel.): +55 11 96551060
site: www.each.usp.br/gpp




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De fato, eu já usei essa tática...

Mas concordo com você, o maior problema é mesmo no setor público. Na lista da FENEAP, inclusive, está sendo discutido isso essa semana.

Levantaram um caso no Paraná no qual a contratação para a prefeitura era exigido diploma de administrador (sim, de empresas):http://migre.me/3YF7W (código do cargo 65)

Quero crer que ninguém faz isso de propósito, mas sim por puro desconhecimento e por temer uma possível falta de profissionais para suprir a vaga.

E o que a FENEAP tem feito? Federação inclusive com alunos de GPP/EACH na composição. O Coelho, com o exemplo de Osasco, nos mostra que o problema está mais perto do que imaginamos.

Abraços,
Alexandre




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Gostaria de contribuir ao debate dessa nossa visibilidade no setor público.

Sou funcionária na Coordenadoria de Assistência Social Sudeste e atualmente exerço atividade no setor administrativo financeiro. Internamente a Coordernadoria funciona um Observatório de Política Social Local, no qual trabalham assistentes sociais, administradores e sociólogos. Buscando integrar-se a esse grupo, por própria solicitação do coordenador da área, fui informada pelo RH de SMADS que eu não poderia fazer parte desse Observatório por meu curso não estar dentro dos cursos de graduação indicados a compor o quadro de pessoal do Observatório.
As atividades do Observatório contemplam as 3 fases das políticas públicas, e na parte que compete aos sociólogos fica incumbida a elaboração de relatórios, mapeamento sociais no município e avaliação das políticas públicas. Basicamente o que aprendemos em 4 anos de curso!
Não poder desempenhar esse tipo de atividade é "dar um tapa na cara" de quem fez 4 (ou 5) anos de GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS

Att

Kassia Beatriz Bobadilla





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Prezada Kássia e Caros Alunos,

Este é um dos pontos que trabalharemos nos próximos dois anos; qual seja: a ampla divulgação do nosso curso e a consolidação de GPP como a profissão/ocupação mais indicada ao Estado para o ciclo das políticas públicas e o processo de gestão pública.

Neste sentido, vocês devem nos apontar os problemas e sempre nos pronunciaremos perante esses órgãos, algo que eu fazia - individualmente - em relação à inserção de GPP no rol de profissões (de ensino superior) em concursos públicos.

Por favor, passe-me o contato deste órgão para nos pronunciarmos.

Em nossa área (ciências sociais aplicadas) não há um sociologia de profissões (e corporativismo) que associe profissão com ocupação - isso ocorre, sobremaneira, na área de Saúde (veja o caso de Obstetrícia). No nosso caso falta divulgação/esclarecimento. Trabalharemos neste sentido.

Um abraço a todos,

Fernando Coelho





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Caro Professor Fernando,

No caso da SMADS, como pontua a colega Kássia, não se trata de uma "divulgação" do curso, mas sim de um marco legal mesmo, que, como em todo o governo,é um custo para que se mude. A indicação de cargos são oferecido especificamente à essas profissões, pois saberem que existe o curso, a SMADS sabe, pois bem usou e abusou de nossa força de trabalho (como estagiários, claro), você sabe bem, pois foi responsável pelo setor.

Pra falar bem a verdade chegou a hora da EACH parar de brincar e começar a ser vetor político de verdade, pois o caso de obstetrícia nos deixa frustrados e envergonhados, sem contar no possível corte de vagas. Cadê aquela USP Leste prometida, suada? Precisamos resgatá-la a qualquer custo, precisamos ser mais agressivos, não dá pra deixar seus alunos no escuro, meu Deus, até quando?

Desculpe o desabafo!

Bruno George Abud
GPP - Noturno





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Caro Bruno,

Sem problemas. Desabafo é normal e você deve ter os seus motivos. Eu acredito que o marco legal possa ser alterado. Um exemplo: em 2009 a Prefeitura de São Paulo (pela Secretária Municipal de Gestão) propos o design de uma carreira (específica) para GPP no município. É uma questão de articulação/negociação política que, na minha opinião, não avançou por não ser prioridade da COC e não ter solicitações (e pressões) dos alunos para tal.

Concordo com você sobre o caso (atual) da EACH e espero que o relatório MELPHI seja um vetor de (re)mobilização política dos professores, funcionários e alunos em prol da defesa da escola, dos seus cursos, de suas vagas, etc. Esse é o caminho (e o que se espera): um contra-movimento, fortalecido.

Att.,

Fernando




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Oii Kassia, tudo bem?

Li sua manifestação quanto a sua regularização profissional na SMADS (Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social).
Kassia, sou estagiário na COPS (Cordenadoria do Observatório de Políticas Sociais), até nos vimos na porta do prédio da SMADS alguns dias atrás, meu supervisor é um formado de GPP na EACH, André Mello, e na CGB ( Cordenadoria de Gestão de Benefícios) há outro formado em GPP, o Rafael. A situação deles é estável estão trabalhando lá há mais de um ano e nunca tiveram problemas.
Converse com eles ou entre em contato com o RH da SMADS, porque está havendo falta de sincronia de informações. Ok?

Abraços

Gabriel LelekoCitando kassiabb@usp.br:

Ainda há esperança. Que venham os futuros líderes deste país...

Jovens querem ser políticos

USP LESTE - EACH

Vídeo institucional da EACH parte 1.

Vídeo institucional da EACH parte 2.

Opiniões sobre o ciclo básico da EACH. 1

Opiniões sobre o ciclo básico da EACH. 2