terça-feira, 17 de julho de 2012

Resenha: Robert Dahl - Por que a democracia?,

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Teorias da Democracia e Instituições Políticas - Professor Dr.: Wagner Pralon.
Gabriela M. Terentim N° USP: 7554710

A importância da democracia.

O texto do Robert Dahl intitulado Por que a democracia?, tenta convencer o leitor sobre a razão pela qual a democracia é a melhor opção de regime para um país. O texto tem uma estrutura clara: inicia-se com um tipo de fusão de introdução com metodologia e segue com o desenvolvimento de argumentos que justificam a escolha pela democracia. Argumentos estes que são norteados pela lista das dez conseqüências desejáveis do regime democrático dadas pelo autor.

Para justificar as vantagens da democracia, ora Dahl argumenta negando os regimes tirânicos e mostrando os resultados negativos que eles obtiveram (o exemplo utilizado na obra foi o governo de Joseph Stalin, na União soviética e Adolph Hitler na Alemanha nazista, que resultaram em morte de milhões de pessoas, guerra, torturas entre outras violações), ora afirma a democracia utilizando dados que comprovam os seus resultados positivos, como a tendência que países democráticos tem de optar pela economia de mercado que gera desenvolvimento econômico para o país.

De uma forma geral, as vantagens da democracia giram em torno das garantias de direitos que o regime proporciona, por isso que podemos afirmar que o que fundamenta a democracia é a garantia de direitos para todos os indivíduos nela contidos. E é no texto de Amartya Sem intitulado A importância da democracia que se explica com profundidade a razão pela qual a democracia é um regime baseado em direitos e qual a implicância do exercício da democracia para um desenvolvimento com liberdade.

O texto do Sen inicia-se colocando em cheque as necessidades econômicas e as liberdades políticas. Ele mostra que usualmente faz-se uma dicotomia dessas duas variáveis, onde muitos acreditam que onde uma é prioridade outra deixa de ser importante. Sen diz que não. Para entender a maneira como necessidades econômicas e liberdades políticas (lembrando aqui que liberdades políticas têm como premissa a dotação de direitos individuais – políticos, civis, sociais) podem ocupar o mesmo espaço, deve-se entender as preeminências gerais dos direitos civis e políticos. Dessa forma, ficará claro que no exercício da democracia, no exercício do direito de participar dos processos políticos, os cidadãos têm a oportunidade de chamar a atenção eficazmente para necessidades de quaisquer ordens e exigir a ação do governo. Fazer pressão no governo através de críticas, voto, protesto, é o que Sem chama de papel instrumental da democracia. Também vemos o papel construtivo da democracia, que encontramos na possibilidade de diálogo, garantidas pelos direitos políticos, onde o resultado é tomada de decisões que quaisquer ordens, inclusive econômica, mais refletidas e fundamentadas.

Finalmente, Sen lembra que por mais oportunidades que a democracia possa trazer, sem o exercício da cidadania, sem a participação nas tomadas de decisões, a democracia não será justa. Neste processo, a existência de partidos é crucial, a medida que a oposição estará sempre cobrando respostas da situação e vice versa.

Em suma, os dois textos complementam-se a medida que salientam o papel fundamentador dos direitos numa democracia. Sem a existência desses direitos a população ficaria a mercê das decisões tirânicas que líderes não representativos tomassem. Sem as liberdades individuais, sem o poder de exigir proteção do Estado, acirraria as diferenças, as desigualdades. O pleno exercício da democracia, onde cidadãos usufruem de seus direitos e cumprem os seus deveres, resulta num desenvolvimento com garantia de liberdade, o que justifica o porque é importante haver democracia.

domingo, 15 de julho de 2012

‘Minha história vem de uma luta árdua da região’


SÃO PAULO - Nos últimos quatro anos, Caio Martins, de 22 anos, saiu de casa todas as manhãs e caminhou por dez minutos até a Universidade de São Paulo (USP). No caminho não estavam os casarões que rodeiam a Cidade Universitária, no Butantã, mas as ruelas de Ermelino Matarazzo, bairro periférico que abriga o câmpus da zona leste da instituição e onde o jovem vive desde que nasceu. Graduado há uma semana, Caio é um exemplar raro do projeto que motivou a criação da USP Leste: facilitar o acesso da comunidade local.
“Minha história é resultado de uma luta muito árdua da região. Muita gente brigou por décadas por esse câmpus”, afirma. O discurso do recém-formado no curso de Gestão de Políticas Públicas vem embasado: seu trabalho de conclusão de curso foi exatamente sobre a participação popular e os movimentos sociais em Ermelino Matarazzo.
Pela primeira vez naquele câmpus, a defesa aconteceu fora da USP. A apresentação foi em uma associação de bairro. Na plateia, amigos, líderes locais e, na hora em que o “dez” foi anunciado, dona Amélia Martins, de 79 anos, levantou chorando. O abraço no neto era também uma homenagem à região onde vive há mais de meio século.
Amélia chegou por ali em 1945, vinda do interior do Estado, conheceu o marido na antiga fábrica dos Matarazzos, teve duas filhas e engajou a família na luta pelos sonhos da região. “No dia do lançamento da pedra fundamental da USP, chovia tanto que a lama chegava até o joelho”, lembra Wania Martins da Silveira, mãe de Caio. “Tinha gente que pensava que não valia a pena tanto esforço, abaixo-assinado. Mas pensei nos meus filhos. Um já está lá, a outra vai em breve”.
Se a caçula Renata, de 15 anos, optar por um dos 12 cursos oferecidos na unidade e conseguir aprovação no vestibular, a família vai ajudar a engrossar a fatia ainda magra de estudantes da região matriculados ali.
Na sala de Caio, por exemplo, dos 60 estudantes, somente cinco eram da zona leste. E nem precisa de estatística para medir essa disparidade, afirma ele. Basta observar os trens que chegam à estação USP Leste, acoplada ao câmpus. As locomotivas provenientes de bairros mais distantes da zona leste, como São Miguel Paulista e Cidade Tiradentes, chegam vazias. As que chegam da região central estão sempre lotadas.
Dos vagões repletos, descem paulistanos de outras áreas da capital, mas principalmente gente nova na cidade e com o perfil parecido ao que se vê no câmpus Butantã. São egressos de escolas particulares do interior, que veem para São Paulo mantidos pelos pais.
A maioria mora em repúblicas localizadas no Tatuapé ou Anália Franco, bairros razoavelmente próximos à universidade, porém mais valorizados. São eles que fazem com que chegue a 30% o porcentual de moradores na zona leste.
“Eles chegam do interior direto para a periferia de São Paulo. Aqui, ele sai da aula e vai tomar cerveja nos botecos de Ermelino. Uma pena que, muitas vezes, a interação com o bairro termina aí”, avalia o professor Wagner Iglecias, orientador de Caio. “Por isso, a importância e o simbolismo do trabalho dele”.
Anacronismo. A pouca articulação com as necessidades da região é antiga. Em 2003, dois anos antes da inauguração do câmpus, uma pesquisa da própria USP ouviu mais de 5 mil alunos de ensino médio para conhecer as suas preferências. No topo da lista estavam graduações tradicionais, como Engenharia, Medicina e Direito.
Apesar disso, nenhuma delas entrou no rol da USP Leste - o estatuto da universidade proíbe que um curso seja oferecido em mais de uma unidade no mesmo município. Nasceu assim a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), com um cardápio de dez cursos inéditos na universidade, como Lazer e Turismo e Ciências da Natureza.
O curso de Gestão de Políticas Públicas, por exemplo, não era o preferido de Caio. Quando prestou vestibular, no fim de 2007, ele queria Jornalismo. Para ficar perto de casa e valorizar a luta da família pela implantação da USP Leste, abriu uma exceção. “Vi as disciplinas e me interessei pela ideia de trabalhar pelos interesses da comunidade.”
A escolha tem dado certo. Caio estagiou na subprefeitura de Ermelino Matarazzo e está esperançoso em ser aprovado em um concurso público ou conseguir uma vaga no terceiro setor.
Mas ele é exceção. Na falta do curso de sua preferência, muita gente prefere manter a escolha inicial e trocar a possível vaga na USP por uma em uma das instituições privadas da região, com ajuda dos incentivos federais como o Prouni (Programa Universidade para Todos) e o Fies (que possibilita ao aluno financiar até 100% do curso e começar a pagar apenas depois da formatura).
O melhor amigo de Caio, por exemplo, preferiu fazer Ciência da Computação em uma instituição particular e com bolsa do Prouni. Uma preferência perceptível até no cursinho gratuito criado pelos alunos da USP Leste para ajudar os estudantes da região a se prepararem para o vestibular.
 
“Dei aulas de história e vi muita gente escolher uma universidade privada. Principalmente aqueles que já estavam no mercado de trabalho e não queriam trocar de área ou não tinham coragem de arriscar um curso pouco conhecido”.

Sonhos. Como futuro gestor público da região - Caio não pretende arredar o pé de Ermelino Matarazzo -, ele sonha com uma USP repleta de cursos atrativos e com os seus vizinhos na lista de matriculados.
Só para garantir, a mãe e a avó estão empenhadas na chegada da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Se conseguirem e a implementação ocorrer em até três anos, Renata vai ter mais opções.
Fonte: Estadão

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Livros Grátis - 2012

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura. 

Livros Grátis - 2012
DIVULGUEM PARA NÃO PERDERMOS O PROJETO POR DESUSO.
 É só clicar no título para  ler ou imprimir.
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp




1. A Divina Comédia -Dante Alighieri 
2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare 
3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa 
4. Dom Casmurro -Machado de Assis 
5. Cancioneiro -Fernando Pessoa 
6. Romeu e Julieta -William Shakespeare 
7. A Cartomante -Machado de Assis 
8. Mensagem -Fernando Pessoa 
9. A Carteira -Machado de Assis 
10. A Megera Domada -William Shakespeare 
11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare 
12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare 
13.. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa 
14. Dom Casmurro -Machado de Assis 
15.. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
 17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare 
18. A Carta -Pero Vaz de Caminha 
19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
 20. Macbeth -William Shakespeare 
21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
 22. A Tempestade -William Shakespeare
 23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa 
24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós 
25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa 
26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
 27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa 
28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare
 29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde 
30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare 
31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 
32. A Mão e a Luva -Machado de Assis 
33. Arte Poética -Aristóteles 
34. Conto de Inverno -William Shakespeare
35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
 36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
 37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões 
38. A Metamorfose -Franz Kafka 
39. A Cartomante -Machado de Assis
 40. Rei Lear -William Shakespeare 
41. A Causa Secreta -Machado de Assis 
42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
 43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare 
44. Júlio César -William Shakespeare 
45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
 46.. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
 47. Cancioneiro -Fernando Pessoa 
48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -
Fundação Biblioteca Nacional 49. A Ela -Machado de Assis 
50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
 51. Dom Casmurro -Machado de Assis 
52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
 53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 
54. Adão e Eva -Machado de Assis
 55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo 
56. A Chinela Turca -Machado de Assis 
57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare 
58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca 
59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo 
60. Iracema -José de Alencar 
61. A Mão e a Luva -Machado de Assis
 62. Ricardo III -William Shakespeare 
63. O Alienista -Machado de Assis 
64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa 
65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
 66. A Carteira -Machado de Assis
 67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa 
68. Senhora -José de Alencar
 69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães 
70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 
71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca 
72. Sonetos -Luís Vaz de Camões
 73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos 
74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe 
75. Iracema -José de Alencar 
76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa 
77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós 
78. O Guarani -José de Alencar 
79. A Mulher de Preto -Machado de Assis
 80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau 
81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
 82. A Pianista -Machado de Assis 
83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa 
84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis 
85. A Herança -Machado de Assis 
86. A chave -Machado de Assis
 87.. Eu -Augusto dos Anjos 
88. As Primaveras -Casimiro de Abreu 
89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
 90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa 
91. Quincas Borba -Machado de Assis 
92. A Segunda Vida -Machado de Assis 
93. Os Sertões -Euclides da Cunha 
94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 
95. O Alienista -Machado de Assis 
96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra 
97. Medida Por Medida -William Shakespeare
 98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
 99. A Alma do Lázaro -José de Alencar 
100. A Vida Eterna -Machado de Assis 
101. A Causa Secreta -Machado de Assis 
102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia 
103. Divina Comedia -Dante Alighieri 
104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
 105. Coriolano -William Shakespeare 
106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
 107. Senhora -José de Alencar 
108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente 
109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 
110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 
111. A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo
 112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós 
113. Obras Seletas -Rui Barbosa 
114. A Mão e a Luva -Machado de Assis 
115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco 
116. Aurora sem Dia -Machado de Assis 
117. Édipo-Rei -Sófocles 
118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco 
119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis 
120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
 121. Tito Andrônico -William Shakespeare 
122. Adão e Eva -Machado de Assis
 123. Os Sertões -Euclides da Cunha
 124. Esaú e Jacó -Machado de Assis
 125. Don Quixote -Miguel de Cervantes 
126. Camões -Joaquim Nabuco
 127. Antes que Cases -Machado de Assis
 128. A melhor das noivas -Machado de Assis 
129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
 130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo 
131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
 132. Helena -Machado de Assis
 133. Contos -José Maria Eça de Queirós
 134. A Sereníssima República -Machado de Assis 
135. Iliada -Homero 
136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
 137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco 
138.. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões 
139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage 
140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -
Fernando Pessoa 
141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis
 142. A Carne -Júlio Ribeiro 
143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
 144. Don Quijote -Miguel de Cervantes 
145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne 
146. A Semana -Machado de Assis 
147. A viúva Sobral -Machado de Assis 
148. A Princesa de Babilônia -Voltaire
149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
 150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
 151. Papéis Avulsos -Machado de Assis 
152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos 
153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós 
154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós 
155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis 
156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias 
157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
 158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
 159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
 160. Almas Agradecidas -Machado de Assis 
161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós 


162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. Odisséia -Homero
 164. Quincas Borba -Machado de Assis
 165. A Mulher de Preto -Machado de Assis 
166. Balas de Estalo -Machado de Assis
 167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis 
168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós 
169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis 
170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
 171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca 
172. Cinco Minutos -José de Alencar 
173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
 174. Lucíola -José de Alencar
 175.. A Parasita Azul -Machado de Assis
 176. A Viuvinha -José de Alencar 
177. Utopia -Thomas Morus 
178. Missa do Galo -Machado de Assis
 179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves 
180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero 
181. Hamlet -William Shakespeare 
182. A Ama-Seca -Artur Azevedo 
183. O Espelho -Machado de Assis 
184. Helena -Machado de Assis
 185. As Academias de Sião --

Ainda há esperança. Que venham os futuros líderes deste país...

Jovens querem ser políticos

USP LESTE - EACH

Vídeo institucional da EACH parte 1.

Vídeo institucional da EACH parte 2.

Opiniões sobre o ciclo básico da EACH. 1

Opiniões sobre o ciclo básico da EACH. 2