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quarta-feira, 12 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
FEIRA DO LIVRO 2010. Avaliação: agradecimentos e bastidores da feira
Caríssimos e caríssimas, segue avaliação da feira com um desabafo. Nesse ano, tivemos muito mais dificuldade para realizar o evento, não houve apoio e só fomos até o final por conta da Feira de Economia Solidária. Pedimos desculpas, a mensagem é longa.
No balanço final, valeu a pena. O evento revelou os seus mais de 50 sucessores, ou seja, os discentes que coordenaram a atividade com as mil crianças da Annette. Eles vieram com o brilho da lua alta. Durante o mês de abril, planejaram a vinda dos alunos por turnos: dividiram as classes, cada dupla de gestor coordenou as atividades de uma sala. O cronograma foi seguido à risca: pegar as crianças para atravessar a rua, levar uma turma para o ônibus biblioteca participar das oficinas com cordelistas, enquanto a outra ía para a peça de fantoches, e outra revezava na contação de estórias. Enquanto isso, as professoras escolhiam as doações dos livros de editoras infantis que levaram para a Annette. No final, todos receberam os doces e ganharam algodão. A Monise conseguiu o patrocínio dos doces e quando faltou material para o algodão, o pessoal logo o providenciou. Esses fantásticos gestores (as) –do 1º e 2º ano em sua maioria– dedicaram-se totalmente à atividade que foi o maior sucesso do evento. Eles entendem a importância de políticas públicas de incentivo à leitura.
Não podemos deixar de mencionar o Jony, o único que participou de todas as edições da Feira do Livro. Nessa última, quase que a batata do cara assou: o Jony teve que parar o TCC. No dia da véspera do evento, os alunos de MKT tiraram as bancadas da feira do lugar por conta de uma palestra com um tal de Olivetto. O Jony teve que voltar correndo pra EACH e ficou até uma hora da manhã tentando disponibilizar as mesas de acordo com o mapa que tínhamos feito e que a Deloise montou na tarde anterior. Não deu pra montar tudo na ordem planejada, e nesse ano, ficamos sem o MAPA DA FEIRA.
Mas quem salvou a Pátria como sempre foram as mulheres: Deloise, a Lígia de G.A., Thaisa de MKT, Beth e Carol. Afinal só as mulheres conseguiriam dar conta de mais de 800 livros doados, montagem e desmontagem das bancadas de Economia Solidária todos os dias, mil crianças e mais de 100 refeições diárias. A Feira de Ecosol só foi realizada por conta da ajuda do Bruno Marra com os contatos da rede. A Silvana e o Felipe (Sig) da ITCP do Butantã trouxeram mais contatos.
Agradecimentos finais: à carona do Caio Penko para a professora Leda Paulani, à carona do Mateus Prado e Renato Eliseu para o Aziz com direito à pizza que o professor pediu. Na 4ª feira, os meninos do Henfil foram dormir às 2 da manhã e acordaram às 6 horas para comprar os doces que faltavam. Além disso, patrocinaram a divulgação e apoiaram a organização em todos os momentos. À Isabela Menon pela divulgação no Kera. Aos professores Jaime Crozatti, Flávia Mori e José Renato pelo apoio à palestra da Paulani. À professora Marta pela sessão de autógrafos do Folha Explica Políticas Públicas. Aos professores(as) Úrsula, Alessandro, Pablo, Jefferson e Vivian pela escolha dos livros doados. Aos professores Dante, Vaz, Ulisses, Elie e Singer pela solidariedade sempre. Aos professores Caldas, Edson Leite e Jacqueline Isaac Brigagão pelo incentivo. Aos funcionários (as): Renata, Nilva, Bete, Luiz Claudio, Darci, Almir, Anderson, Nanda Ritt, aos motoristas Alex e Edilton, à equipe porreta do Pimenta do audiovisual, à segurança Monica e ao responsável da segurança na parte da tarde, pela prontidão em qualquer eventualidade. Agradecemos e ao mesmo tempo pedimos desculpas ao professor Rogério, logo mais explicaremos o por quê.
Agora vamos à parte chata. Na feira do ano passado, a iluminação do vão da Biblioteca deu problemas e as editoras reclamaram um bocado. Foi prometido que isso não iria se repetir. Em janeiro, relatamos o problema para a nova Direção da Escola que prometeu que o caso seria resolvido.
Em fevereiro, perguntamos se as lâmpadas e reatores haviam sido providenciados e eles disseram que estava tudo sob controle. Quando chegou março, fomos fazer uma passagem de lista com o setor de Infraestrutura, e eles nos alegaram que seria impossível providenciar a iluminação, pois não haveria tempo hábil para fazê-la. Alguns colegas atentaram para o fato de que não há necessidade de licitação para compras abaixo de R$ 8 mil reais.
Voltamos a falar com a Direção e não tivemos resposta. Conversamos novamente com a Infra, e eles disseram que no mercado não havia reator compatível com as lâmpadas Philips. No começo de abril, o Jony foi contar as lâmpadas que estavam faltando, foi quando ficamos sabendo que desde o início, a Direção havia dito para os funcionários da Escola que não compraria as lâmpadas. Quando perguntamos sobre o modelo das lâmpadas, não tivemos resposta nem da Direção e nem da Infra. Isso atrapalhou um bocado, além de procurar o local da compra, tivemos que "pesquisar" sobre modelos de reatores. A uma semana do evento, fomos à manutenção, e o Sr. Vanderlei nos deu uma aula sobre reatores (rs). O Bruno Marra foi atrás de loja na Santa Ifigênia que tivesse reator compatível com a lâmpada Philips e conseguimos comprá-los.
Outra, quando soubemos do evento de MKT que foi idealizado a uma semana da feira, pedimos para a Direção reforçar a segurança do vão dos auditórios, pois temíamos o problema com as bancadas. Nada foi feito. Os alunos de MKT deixaram iogurte e danone para os grupos de Economia Solidária, depois de ter tirado todas as bancadas do lugar. O Jony teve que ficar arrumando até a 1 da manhã todo o trabalho feito pela Deloise na tarde anterior. Dissemos pro pessoal de MKT que a responsabilidade social deles era de empresa Junior de araque! E por falar em responsabilidade social, também tivemos que avisar para o dono da empresa de algodão doce que não iríamos contratá-los novamente, caso enviassem adolescentes para trabalhar o dia todo.
Mais uma, nos anos anteriores, tínhamos 2 auditórios de apoio para colocar as caixas de livros de editoras que vêm de fora. Nesse ano, a Infra disse que não seria possível usar as salas para deixar as caixas de livros. No final do evento, completamente esgotados, tivemos que pegar caixas e caixas de livros e levar ao 1º andar do Titanic, onde eles ficaram guardados até a 6ª feira, quando a transportadora veio buscá-los.
Querem mais? O único modo que achamos para pagar a refeição dos participantes da Feira de Economia Solidária, foi contratar uma cooperativa de marmitex. Havíamos gasto mais do que imaginávamos com as lâmpadas –não sabíamos que o reator de cada uma delas custava R$ 50 reais. A Direção havia autorizado a permanência da cooperativa na copa do vão dos auditórios. Depois de cinco minutos de conversa com a Infra, a autorização foi cancelada. O jeito foi o pessoal da marmitex fazer as refeições na casa de um deles, e depois trazer para a Escola. A mesma coisa aconteceu com as mesas e cadeiras da Escola; a Direção autorizou o uso, que logo depois foi desautorizado pela Infra.
Nesse ano, conseguimos divulgação nos sites Aprendiz, R7, no metrô e na Bandnews, mas o público foi bem inferior em relação aos anos anteriores. No dia 9 de abril (6ª. Feira) por volta das 16h, o Coseas da EACH nos liga dizendo que não foi possível colocar os cartazes no campus Butantã, e que poderíamos pegá-los para fazer a divulgação. Eles tinham permanecido por 3 semanas na mão da Direção da Escola, que havia prometido fazer a divulgação no campus Butantã, onde está o super público alvo da feira. Resumo da ópera: teve editora que não quis doar livros por conta do público inferior. Isso não seria problema, se a Deloise não tivesse que ter agüentado um monte de representante gritando com ela. A professora Vivian acompanhou algumas dessas cenas.
Por fim, solicitamos a todos os professores da EACH que selecionassem as editoras para a escolha das doações. Dois docentes assinalaram, cada um, metade do número das editoras. O professor Rogerio entrou em contato oferecendo a sua colaboração, mas não tivemos coragem de solicitar que os docentes retirassem o nome de algumas editoras. Pois bem, na semana anterior ao evento, quando explicamos o procedimento para a escolha e que os livros eram para a Biblioteca da Escola, os dois docentes não entraram mais em contato :(
CONSIDERAÇÕES FINAIS: as 200 bancadas das editoras saíram por R$ 3.642,00; pulseirinhas de identificação pra mil crianças, R$ 162 reais; saquinhos de doce para os alunos da Annette mais algodão doce o dia todo pra todo mundo saem por R$ 700 reais contando com o almoço e lanche da equipe. Lâmpadas queimadas da Escola, R$ 1.500 reais, o teatro e a contação de estórias também saíram por R$ 1.500 reais, mais a refeição dos cordelistas, das bibliotecárias, do motorista do ônibus biblioteca e dos oficineiros e a refeição dos grupos de Economia Solidária e da comissão da Feira ficaram em R$ 1.750 reais. TER UMA FEIRA DO LIVRO COM A FEIRA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA NA EACH, VER O AUDITÓRIO BOMBANDO COM UM MONTE DE AZIZETES E MAIS DE 50 ALUNOS DA ESCOLA FANTASIADOS E COORDENANDO ATIVIDADES COM APROXIMADAMENTE MIL CRIANÇAS NÃO TEM PREÇO!
* ah, os bebedouros da Escola também não estão funcionando. talvez fosse interessante aumentar a taxa de participação das editoras. E em cada ano, reverte parte da verba em alguma coisa pra Escola, tipo um PPP (rs).
* pra quem for ajudar na organização da Semana de GPP, boa sorte, a nova Infra é osso duro de roer...
*não tem twitter ou marqueteiro que eleve indicadores de avaliação, se os administradores não têm respeito e comprometimento com o projeto.
* o professor Dante se disponibilizou para fazer intermediação dos novos organizadores da Feira com a nova Direção
Beth Seno em 20 de abril de 2010 para lista de email de GPP.terça-feira, 4 de maio de 2010
Reativação da Atlética GPP - Por Vinicius Felix
Venho por meio desta solicitar à Comissão Eleitoral de GPP que convoque uma Assembléia para discussão da revitalização da Atlética EACH.
Justifico-me. Desde o período de definição dos processos eleitorais para RDs e CA, há um grupo de colegas interessados na possibilidade de revitalizar a Atlética. Essa questão foi levantada na sessão noturna da Assembléia do dia 19/04 (segunda-feira), ocasião em que estava para ser resolvida a forma de realização da eleição de RDs, e, por falta de tempo hábil, ficou acertado com a Mesa de que a pauta da Atlética seria trazida na próxima reunião da Assembléia, a ser realizada no dia 23/04 (sexta-feira). Só que tal reunião nunca ocorreu, pois foi inviabilizada pela realização do plebiscito convocado no dia 20/04 pela Comissão Eleitoral, a ser realizado no dia 23/04, substituindo a ocasião para a Assembléia.
Alguns daqueles colegas tentaram, então, realizar, por conta própria, a convocação de uma Assembléia para levar a frente tal discussão, mas foram questionados sobre a legitimidade dos mesmos para convocar uma Assembléia, especialmente para tratar da Atlética.
O quadro que despontou é que, além de divergências sobre a atuação ou não de uma Atlética autônoma do curso, não há uma clara definição do atual status da entidade, uma vez que pode ser considerada tanto extinta, por uns, pela incorporação à AAAEACH, enquanto por outros, apenas sem atual gestão. Ora, definição do status de nossas entidades, e discussões sobre legitimidade de atuação são assuntos que deixam a esfera de interesse pessoais, e adentram no do interesse geral.
Eu entendo que o pleito daqueles interessados sobre a Atlética foi injustamente prejudicado pela decisão inesperada da Comissão Eleitoral. Ademais, o momento parece oportuno, no ensejo das eleições, para que discutamos a estrutura das entidades que temos. Portanto, tanto por uma questão de justiça quanto de oportunidade, insto que a Comissão Eleitoral de GPP convoque, para o próxima segunda-feira (dia 10/05), uma Assembléia para a discussão desta deste tema.
Recomendo como pauta:
Discussão sobre o atual status da Atlética GPP: está extinta ou inativa?
Se inativa, há possibilidade de lançamento de edital eleitoral para reativar a mesma? Se extinta, há possibilidade de refundação de uma Atlética de GPP independente?
Caso se decida pela sua reativação, definição de calendário eleitoral, pela atual Comissão Eleitoral de GPP, ou uma nova Comissão definida exclusivamente para tanto. Caso se decida pela refundação, agendamento de nova reunião da Assembléia para determinação estatutária para elelição da primeira diretoria. Eleição imediata dos membros da mesma, ou lançamento simplificado de edital eleitoral.
Acrescentando, acredito que esta seja uma discussão legítima dentro do nosso curso, especialmente no sentido de atentar para como a existência de nossas entidades estudantis autônomas e especializadas, como a Jr. Pública, o LABEX, e possivelmente a Atlética GPP, podem ajudar a desafogar a diretoria do Centro Acadêmico, e permitir maior contribuição de colegas que apresentam menor atuação, no modelo atual de nossa mobilização discente.
Para a maior participação de todos na Assembléia, considero de vital importância que a mesma ocorra em duas sessões, realizadas durante horários total ou parcialmente sobrepostos a ambos os periodos de aula, de forma a verdadeiramente atender aos alunos de ambos os períodos, inclusive os que trabalham. Reuniões à 17:00 ou mesmo 18:00, são completamente inviáveis para grande maioria dos alunos do noturno, por exemplo.
Estou contando com a compreensão, colaboração e presteza de vocês.
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Vinicius Felix
9293-2566/ 2441-3227
Gestão de Políticas Públicas
EACH/USP






