sábado, 15 de março de 2014

NOTA DE ESCLARECIMENTO e RESPOSTA À POSTAGEM do Prof. Nerling




Prezados(as) Alunos(as) e Egressos de GPP
Abaixo, respondo à postagem do Prof. Nerling, a qual afirma - de forma equivocada e, de certa maneira, leviana - que o curso de graduação em GPP transformar-se-á em um bacharelado de Administração Pública. A minha explicação é longa e, portanto, peço a atenção de todos(as) a cada um dos itens. Quaisquer dúvidas adicionais, usem e abusem dos comentários.
1. Em primeiro lugar, eu não estava na reunião da COC realizada na última terça-feira (11.03), no período da tarde. Como neste semestre entrarei em licença prêmio, resolvi - naturalmente - me afastar das atividades administrativas. Após a reunião, diante de um e-mail enviado pelo Prof. Nerling ao colegiado (docentes e RDs) sobre as deliberações, eu entrei em contato com alguns docentes para saber o que ocorreu e, de imediato, fui o primeiro a responder a mensagem do docente com contra argumentos, alguns dos quais eu reproduzirei nesta postagem.
SOBRE as DCNs dos Cursos do Campo de Públicas
2. As Diretrizes Curriculares Nacionais, aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) em 2012 e homolagas pelo Ministério da Educação (MEC) recentemente - em 14 de janeiro de 2014, embora tenham a nomenclatura de Administração Pública, são reconhecidas pelos cursos de Gestão de Políticas Públicas, Políticas Públicas, Gestão Pública e Gestão Social do país. São, atualmente, 45 bacharelados no Brasil oferecidos, sobretudo, pelas IES estaduais e federais.
3. O design das DCNs iniciou em abril de 2010 com audiência pública no CNE. Ao longo desses quatro anos, coordenadores e professores de diversos cursos do Brasil se uniram em torno de um Fórum - permanente - para sua elaboração. Neste rol, inclui desde os cursos - tradicionais - de Administração Pública como FGV-SP, UNESP, UDESC e FJP-MG, até o cursos de GPP da USP, UNB e UFRN, passando pelos cursos de Gestão Pública da UFMG e UFPR e pelos cursos de Políticas Públicas da UFABC e da UFPR. Ou seja, todos esses cursos, de designs curriculares variados, mas articulados pelos valores de interesse público, ethos republicano e formação acadêmica tecnopolítica, compuseram com as DCNs em prol de uma independência da área de MANAGEMENT e de uma identidade para a graduação de PÚBLICAS.
4. A defasagem de tempo entre a aprovação das DCNs pelo CNE (2012) e a homologação pelo MEC (2014), deve-se à um recurso interposto pelo Conselho Federal de Administração (CFA) contra as DCNs para os cursos do Campo de Públicas. Após muita pressão de professores e alunos, no entremeio de conflitos de interesses com essas entidades, o CNE julgou o recurso improcedente em outubro de 2013. Na oportunidade, tivemos a presença de 5 alunos de GPP representando o CAHS. Ver vídeo da manisfestão dos alunos no CNE em: http://www.youtube.com/watch?v=mTs_Alm3b1M
4. A EACH-USP, por exemplo, esteve presente em todos os fóruns do Campo de Públicas entre 2010 e 2013 e, muitas vezes, em sua SEMANA de GPP (2010-2013), internalizou as discussões dos Fóruns para os alunos com a presença dos coordenadores da FGV-SP, UNESP, UNICAMP e UFABC. Para os que ainda não conhecem o Campo de Públicas, acessem o blog - http://campodepublicas.wordpress.com/ e se aloquem no facebook -https://www.facebook.com/groups/campodepubllicas/
5. A quase esmagadora MAIORIA dos cursos, ao implantarem as DCNs nos próximos dois anos (prazo estabelecido pelo CNE), na verdade, não devem alterar sua grade curricular. Em GPP, por exemplo, GARANTO que não haverá NENHUMA MUDANÇA de grade e tampouco de NOMENCLATURA. Em primeiro lugar, GPP é nossa marca no nome e no design curricular, replicada - inclusive - no Programa de Mestrado em GPP. Em segundo lugar, somos referência para os demais cursos de GPP e, inclusive, para alguns cursos de AP. Esses sim, talvez, devam, agora, livres das DCNS de Administração, ampliarem a formação acadêmica em ciência política (e políticas públicas).
6. Há um acordo tácito dos coordenadores e professores do Campo de Públicas de, assim que possível, alterarem o NOME das DCNs para Administração/Gestão/Políticas Pública(s). Esse não foi utilizado, inicialmente, pela não compreensão de alguns conselheiros do CNE para tal, pela INEXISTÊNCIA de um termo em Língua Portuguesa que unisse todos os cursos. Na língua inglesa, esse termo é PUBLIC AFFAIRS. E na língua portuguesa, por enquanto, pela tradição, manteve-se Administração Pública (como área de origem). O termo Gestão Pública não pode ser, pela aplicação como nomenclatura para os cursos de graduação tecnológica nesse campo do saber - isto é, Graduação Tecnológica em Gestão Pública (como na UFCG, UFPB e UFBA).
7. Mas não tenham dúvidas de que é um CAMPO interdisciplinar, composto por cursos conexos. Nos EUA esses cursos formam uma associação - a NASPAA - http://www.naspaa.org/, que envolve os cursos de Public Administration, Public Management, Public Policy, Public Policy and Management e Public Affairs. No Brasil, estamos iniciando essa aglutinação pelas DCNs.
8. A ÚNICA mudança que temos que realizar em nosso curso, para se adaptar às DCNs, é na carga-horária. Em princípio, temos que aumentar em 110 horas, visto que o curso de GPP tem 2890 horas (incluindo horas-aula e horas-trabalho) e as DCNs prevêem 3000 horas. Assim, por exemplo, pode-se aumentar a carga-horária de Projeto de TCC e TCC, SEM impacto na sala de aula, ou mesmo algumas horas em Estágio (visto que, muitas vezes, os alunos estagiam MUITO mais do que a carga-horária da disciplina Estágio Obrigatório). Seria, inclusive, uma FORMA de reconhecimento dessas horas-trabalho adicionais que vocês usam no TCC ou estágio. Em suma, NÃO TEM MUDANÇA de disciplina e carga-horária em sala de aula!
9. Em outras palavras, NÃO existe nenhuma relação entre as 3000 horas das DCNs e o Conselho Federal de Administração ou quaisquer corporações de ofício. Apenas se considerou nas DCNs, ao se observar a carga-horária dos cursos de ciências sociais aplicadas correlatos (Direito, Administração, Economia, etc), que a carga-horária mínima do curso, incluindo horas aulas e horas trabalho, seja idêntica. Assim, se prevê a diferenciação entre os cursos de bacharelado (3000 horas) e os cursos de graduação tecnológica (entre 2000 e 2400 horas). Por exemplo, os cursos de graduação tecnológica em Gestão Pública têm entre 2000 e 2400 horas (ver os cursos da UFPB e UFBA). E o bacharelado, tem que ter um upgrade nesta carga-horária, por isso 3000 horas.
ENFIM, o curso de GPP se mantém GPP, com as mesmas disciplinas e necessita APENAS e TÃO-SOMENTE de mais 110 horas-trabalho que podem ser incorporadas aos créditos-trabalho (TCC, Projeto de TCC e Estágio) sem impacto na sala de aula e, inclusive, reconhecendo o trabalho ADICIONAL que muitos alunos têm nessas atividades.
MAS, adicionalmente, o MEC/INEP tem cobrado HORA-CHEIA de todos os cursos superiores (independente da área de conhecimento) e isso nos impõe a responsabilidade de AUMENTAR a nossa carga-horária trabalho.
10. Entende-se por HORA-CHEIA a hora-aula de 60 minutos (1 hora). E, em muitas unidades da USP, a hora-aula é de 50 minutos. Essa é uma COBRANÇA que ocorre nas visitas in loco de avaliação do INEP nas Universidades Federais e Particulares e dos Conselhos Estaduais de Educação nas Universidades Federais e Particulares.
11. Assim, teríamos que aumentar um pouco mais a nossa carga-horária de HORAS-TRABALHO para nos ajustarmos a essa norma do Ministério da Educação. Ou seja, se temos 3000 horas, na verdade, pela hora-aula de 50 minutos, temos MENOS de 3000 horas. E a inclusão de MAIS HORAS-TRABALHO retifica essa diferença. Como realizar esse ajuste: simples, reconhecendo as leituras e atividades adicionais das disciplinas obrigatórias extra-classe como hora-trabalho.
12. Essa é uma demanda antiga dos alunos de GPP e legítima, como ocorre na EUROPA. Todos nossos alunos que estão em intercâmbio comentam que as disciplinas têm 6, 8, 10 ou 12 créditos no Sistema Europeu, pelo reconhecimento das horas-trabalho. A quantidade de aula, é menor. Mas essas são especificidades de cada sistema, e em termos de diminuição de horas-aula, como o prevê o Tratado de Bolonha na Europa (http://pt.wikipedia.org/wiki/Declara%C3%A7%C3%A3o_de_Bolonha), não temos a mesma tendência no Brasil como o Prof. Marcelo pressupõe - vide as orientações do MEC.
13. Ademais, é inegável o nível de especialização superior que um estudante de graduação de boas universidade brasileiras tem em relação aos estudantes europeus. Basta perguntar a qualquer intercambista de GPP o nível de conhecimento de nossos alunos em gestão pública e/ou políticas públicas em relação aos estudantes nativos.
14. Abaixo, envio o link para a Resolução do Conselho Nacional de Educação (n. 3/2007) que normatiza a hora-aula de 60 minutos para a educação superior brasileira. http://portal.mec.gov.br/index.php?id=12868&option=com_content&view=article
15. Assim, o Prof. Jaime (coordenador) propôs e votou na COC de terça-feira, não apenas o aumento da carga-horária do curso via hora-trabalhos para se ajustar às DCNs, mas também um aumento ainda maior para cumprir essa normatização do MEC. Na USP, as mudanças de um ano para o outro precisam ser aprovadas na CG da unidade e enviadas até o final de março. Portanto, se queremos essas atualizações para 2015, precisavamos aprová-las neste momento. Repito, são mudanças que em nada alteram o STATUS de nome, concepção, disciplinas e horas-aula do curso. Ajusta apenas as horas-trabalho.
16. Por exemplo: A disciplina A Cidade Constitucional, ministrada pelo Prof. Nerling, têm 4 horas-aula e duas horas-trabalho. A mesma legitimidade que essa disciplina tem para ter essa carga-horária ADICIONAL de 2 horas-trabalho, justifica o aumento da carga-horária em horas-trabalho de todas as disciplinas obrigatórias do curso cuja leitura para além da sala de aula é exaustiva. São elas: IEPP, Sociologia, Introdução à Política, FESB I, FESB II, Teoria da Democracia e Instituições Políticas e assim por diante. Não tem NENHUM ajuste de "faz de conta"!
Infelizmente, o Prof. Nerling, como professor de Direito, deveria conhecer esses normatizações. E, tenho certeza, que como avaliador do Conselho Estadual de Educação, ele conhece e aplica essas normativas. Sem embargo, em sua postagem, ele usou de inverdades (ou meias verdades) e, em vez de abrir a discussão para esclarecimentos, faz acusações infundadas aos colegas que estiveram na reunião e à coordenação do curso (Prof. Jaime).
Peço a todos que, sempre diante de qualquer informação, busquem o contrafactual antes de acatarem. Muitas pessoas abusam da boa-fé dos seus semelhantes.
Prof. Fernando Coelho


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VEJA ABAIXO O POSTAGEM DO PROF. NERLING.

18 horas · 

Enquanto isto, não satisfeitos com a diáspora, o curso de GPP foi apunhalado por uma decisão (sic) da CoC-GPP, alterando para 3.000 horas relógio a nossa atual configuração, para atender aos mandos do CFA e de um pequeno grupo de 'notáveis' que transformaram GPP em um opção de 'Administração Pública'....as DCN atendem preceitos irresponsáveis que vão na contramão da formação europeia e de várias outras experiências pedagógicas em todo mundo, porque os cursos de graduação são realizados em 3 anos com uma PPP que privilegia habilidades enquanto a nós tentam impor uma 'volta ao passado'...eu jamais concursaria para o curso de administração, concursei na USP porque acreditei com muita força e ainda acredito em GPP. Não compactuarei com esta prática por considera-la do mais baixo nivel, não só pela ausência de comprometimento de mais professores e alunos nesta tão importante medida que tentam impor sobre o PPP de GPP/USP. Nosso curso, desde a 'tese do faz de conta' de 2010, degringolou a ponto de não haver planejamento e direção...A reunião foi convocada com 'equívoco', depois de 3 meses sem reunião...a convocação era para um dia e na véspera, mudou....no momento da votação da matéria - apenas oito professores estavam presentes, inclusive o colega que pedira a transferência para a ECA - sem qualquer explicação maior e negando informações fundamentais, estabeleceu votação sobre ponto da pauta, sem que houvesse quórum.... para aprovar uma 'pequena alteração' no Curso de GPP: mais de 400 horas a 'carga do curso' sem nem sequer discutir como 'embutirão' mais este 'faz de conta' no PPP de GPP....teriamos 2 anos para implementar as DCN, isto se elas se sustentarem até lá...prestem atenção GPPG's, se informem, saibam o que 'está' acontecendo...aliás, a única coisa que não está acontecendo são as aulas, o resto, segue a 'todo vapor', no tapetão, jogo baixo, ardiloso e sacana que insiste em voltar ao passado sem transparencia e descontrolado....Administração não pode requerer por decreto o que já perdeu....se querem um curso de administração, criem um, e deixem GPP seguir livre e de forma inovadora o seu caminho...Defendo um debate amplo em torno do PPP de GPP, para que uma decisão desta natureza, não seja tomada por meia dúzia de professores e sem nenhuma oitiva aos estudantes....Vamos recorrer à CG com o argumento da falta de quórum e por quebrar o paradigma da autonomia universitária...os lacaios das corporações, que façam as suas defesas....



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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Sobre os candidatos a diretor da EACH.

De Fernando De Souza Coelho :


Meus caros, agradeço pela referência. Não sou candidato à Diretor; não me ocorre concorrer a este cargo e tampouco cumpro com as exigências jurídicas para tal! Mesmo que na consulta da EACH, aparentemente, qualquer professor - independente da titulação - possa se apresentar, não é meu objetivo. 

Acompanhem o processo e compareçam para votar. Busquem informações dos candidatos. Se a greve persistir, a consulta, que é paritária (professores, funcionários e alunos), talvez, ocorra sem aula, o que pode esvaziá-la. 
Participem das discussões! 

Adiantando, os candidatos(as) que se apresentaram nas últimas semanas foram: Prof. Maria Cristina (titular, LCN) e Prof. Flávia Mori (livre docente, GPP). Creio que alguns candidatos adicionais, como o Prof. Menna (titular, Ger), se apresentem. Os candidatos devem se apresentar em chapa e, por enquanto, o único que tem um vice anunciado é a Prof. Flávia - no caso, o Prof. Ortiz (livre docente, LCN). As inscrições terminam dia 23 de outubro e a consulta realizar-se-á no dia 7 de novembro. Por fim, lembramos que a consulta é indicativa e espera-se que seja acatada pela Congregação da EACH e, na sequência, pelo reitor.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Etecs - Inscrições abertas para o Vestibulinho


AS INSCRIÇÕES JÁ COMEÇARAM!

As  inscrições podem ser feitas na internet até às 15h do dia 24/10 em  www.vestibulinhoetec.com.br

No ato da inscrição será gerado um boleto no valor de R$ 25,00 que deverá ser pago até seu vencimento para a efetivação da inscrição

O exame ocorrerá dia 01/12/2013 (domingo) às 13h30. 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Atlas Municipal de Gestão de Pessoas - Prefeitura de São Paulo

A Educação com mais de 84 mil e a Saúde com mais de 26 mil, são as Secretarias com a maior concentração de trabalhadores. Mas tem muito mais informação interessante! Conhecimento é tudo para o planejamento de quaisquer ações!
Fonte: Atanácio De Los Santos Rojas 





segunda-feira, 13 de maio de 2013

Pós-Graduação Gratuita: Especialização, Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado



pós graduação grátis gratuita
Quem já é graduado em uma instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC tem o direito de fazer uma Pós-graduação.

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Você pode fazer dois tipos de pós-graduação grátis:
lato sensu: Eles tem objetivo de aprimorar você profissionalmente em especializações e atualizações. A nomenclatura comum utilizada é a sigla em inglês MBA (Master Business Administration, ou Mestre em Administração de Negócios, em tradução livre). Apesar do nome ele não é considerado como um mestrado, como nos EUA.
  • stricto sensu: Este sim é o mestrado e doutorado, com objetivo de formar pesquisadores e professores universitários. A meta principal deste tipo de pós-graduação é o incentivo ao desenvolvimento científico.
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Há vários caminhos para você conseguir concretizar a sua pós graduação gratuita:

1. CAPES

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior é um braço governamental da pós graduação gratuita exclusivamente stricto sensu. Pela CAPES você pode conseguir bolsas de estudos para desenvolver pesquisas e fazer mestrado e doutorado. As bolsas de estudos da CAPES para mestrado partem dos R$ 1.400 ao mês, para doutorado R$ 1.800 e para pós-doutorado R$ 3.200. Para mais informações vejaaqui.

2. CNPq

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico também é uma via do governo para o desenvolvimento do conhecimento científico. As bolsas de estudo CNPq para a sua pós graduação grátis tem valores parecidos com os da CAPES, mas para doutorado e pós-doutorado incluem uma taxa de bancada de R$ 400 por mês. Este dinheiro pode ser utilizado para adquirir livros e viajar para congressos. Veja detalhes aqui.

3. FINEP

A Financiadora de Estudos e Projetos, FINEP, fomenta o desenvolvimento tecnológico, científico e empresarial e realiza o financiamento para tanto para instituições quanto para estudantes em diversas modalidades permitindo a realização de pós graduação gratuita. Saiba mais aqui.

4. Fapesp

AFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo tem propósitos parecidos com os das instituições acima, mas também possibilita a realização da pós graduação grátisde maneiras distintas, mas limitado ao estado de São Paulo. Para mais detalhes visite aqui.

5. Mais Estudo

É uma empresa privada que fornece bolsas de estudos parciais. Não permite pós graduação gratis, mas financiam parte dos estudos. Com parceirias realizadas com faculdades e universidades particulares a Mais Estudo completa as vagas ociosas nos bancos das universidades ampliando a receita da instituição e diminuindo o custo para o aluno. Veja aqui.

6. Bancos

A grande maioria dos bancos tem programas de financiamento estudantil. Eles pagam parte ou toda a sua pós-graduação e você devolve o dinheiro com juros quando já estiver exercendo a profissão, depois de formado, com juros.
O nosso propósito foi enumerar as principais vias de acesso a uma pós graduação gratuita, mas certamente há outras instituições que fomentam o desenvolvimento dos estudos que poderiam te ajudar caso esteja procurando se especializar e atualizar.

sábado, 11 de maio de 2013

Pequenos Ajustes no Horário de GPP para 2013/2




Caros(as) Alunos(as),

Segue o horário FINAL de GPP com três alterações:

(a) vejam os horários de terça-feira de todos os semestres. Eles foram alterados em virtude do conflito do horário de ED. Assim, alterou o horário das aulas de José Renato, Wagner Iglecias, Vaz e Rogério. Ademais, alterou o professor da optativa de terça-feira à noite. Em lugar de Marta, entrou eu (Fernando), alteramos o TEMA da disciplina, igualmente.

(b) a Prof. Marta foi alocada com a Prof. Gislene em RP II, matutino.

(c) incluimos uma nova disciplina na quarta-feira pela TARDE (com a Prof. Patrícia Junqueira, de OBS e CB). Verifiquem!

E, ademais, foi definido o dia e horário da disciplina optativa do Prof. Bettine (CAF) - Sociologia do Esporte - que tem 15 vagas para alunos de GPP. Confiram!

Att.,

Coord. GPP

















domingo, 21 de abril de 2013

A construção da USP LESTE


Para quem não conhece ou quer saber um pouco mais da história da construção do prédio da USP Leste veja este documentário realizado por uma aluna da FAU comparando dois canteiros de obra! RECOMENDO!

Compara o canteiro de obras da USP Leste e do Conjunto Habitacional da Cidade Tiradentes realizado em Mutirão.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Idesp: Fraude nos dados de 2012 da educação em São Paulo

'Em 2011, quando foi possível saber, por exemplo, quais eram as escolas com os maiores Idesp do Estado, oiG mostrou que a tal campeã na verdade fraudou a avaliação e uma professora respondeu as provas pelos alunos. A nota da Reverendo Augusto da Silva Dourado, de Sorocaba, que tinha sido de 9,3 em 2011 caiu para 2,63 em 2012. Ninguém assumiu, mas a suspeita óbvia é que a busca pelo bônus motivou a absurda interferência. Há outros casos esse ano? Com a falta de possibilidade de trabalhar com todos os dados a imprensa ainda não encontrou. Torço para que o enorme trabalho de empilhar todas as informações seja vencido nas redações e, em breve, possamos saber.'

Fonte: Blog do Luis Nassif


INSCRIÇÕES ABERTAS para Mestrado em Sistemas Complexos

Divulgação:

Edital do Mestrado em Sistemas Complexos


Egressos de GPP com interesse em estudar áreas de conhecimentos (ou campos do saber) pela modelagem de redes sociais, estamos à disposição. Após desenvolvermos trabalhos para as áreas de Administração Pública e Políticas Públicas no Brasil. com as dissertações do Victor Corrêa e da Paula Trottmann, temos um projeto para trabalhar o campo de Gestão Social.


INSCRIÇÕES ABERTAS, LEIA EDITAL EM:

Sala de Imprensa | EACH | USP
each.uspnet.usp.br

Site da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH - USP Leste) da USP.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Artigo: Sala de Imprensa

Aconteceu nesta quinta-feira na EACH o encerramento da VI Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT), organizada pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da Escola.

A no …

http://www.each.usp.br/site/conteudo-imprensa-noticia.php?noticia=1632

Enviada via Flipboard

domingo, 24 de março de 2013

Docentes da EACH E suas linhas de pesquisa...

Vinicius Felix deixa dica: 

Obra da Comissão de Pesquisa da EACH, sobre tod@s docentes da Escola e suas linhas de pesquisa, para que possam se guiar quando da escolha de orientadores para Iniciação Científica, TCC, etc.




http://each.uspnet.usp.br/pesquisa/cpq/arquivos/livro-EACH-web.pdf




sexta-feira, 15 de março de 2013

Sobre Registro Profissional de GPP no CFA

Informe - Sobre Registro Profissional de GPP no CFA

Diante da permanência de muitos concursos públicos, sobretudo em nível subnacional e na administração indireta (em todos os níveis), que vinculam ocupação no setor público com alguma profissão, e diante da aprovação de vários de nossos egressos em alguns certames, cuja posse dos aprovados, exige o registro profissional, solicitamos ao CFA o reconhecimento do nosso curso para tal. 

Após as negativas (iniciais), tivemos o aceite para análise (vide ofício, em anexo). Aguardamos a resposta em 30 dias. Ressaltamos que nosso curso, no que se refere à matriz curricular e aos ementários, é similar a diversos cursos de graduação em Administração Pública (FGV-SP, FCL-UNESP, ESAG-UDESC e FJP-MG) e Gestão Pública (UFMG e UFPR) reconhecidos pelo CFA. 

Agradecemos aos alunos que se empenharam neste processo, sobretudo à nossa egressa Ana Camila Miguel.

Aguardemos a manifestação FINAL do CFA e com a expectativa de uma resposta positiva. 

Coord. GPP



quinta-feira, 14 de março de 2013

Ginásio Esportivo




Caros Alunos,

A Direção da EACH informa que foi procurada recentemente pela imprensa para dar informações sobre a reforma do ginásio. Para evitar mal-entendidos ou julgamentos precipitados, a Direção da Escola esclarece que:

1) Como já foi amplamente divulgado, o edifício do ginásio é de inteira responsabilidade da Superintendência de Espaço Físico da USP (SEF), desde seu projeto, construção e fiscalização da obra. Por determinação da SEF, qualquer indagação sobre o assunto deve ser encaminhada a esta Superintendência.

2) A SEF já deu esclarecimentos sobre a situação do ginásio para toda a comunidade da Escola na 48ª Reunião Ordinária da Congregação da EACH, realizada em 15 de agosto de 2012.

3) A Direção da Escola elaborou em 2010 um relatório situacional das condições do ginásio, um projeto de reforma e reservou recursos para tal fim. A Direção solicitou à SEF autorização para a execução da reforma, que na época não foi autorizada, pois a SEF ainda estava em tratativas com a construtora, que fez, na época, os reparos de comum acordo com a SEF.

4) O ginásio é um espaço destinado às atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária. As atividades que aconteciam no ginásio foram remanejadas para a tenda, que recebe provisoriamente as demandas diárias do ginásio. Esse cuidado foi tomado para que não houvesse prejuízos aos que utilizam o ginásio. A Direção implantou para uso da comunidade da EACH um campo de futebol no gramado central do campus USP Leste, que estará liberado para uso a partir do dia 15.

5) A SEF abriu, em fevereiro, licitação (Nº 22/2012) para execução da reforma e consolidação do ginásio esportivo da EACH.

Dessa forma, a Direção acredita ter esclarecido o fato e espera que todos levem em consideração as informações aqui apresentadas quando se depararem com notícias veiculadas pela imprensa.

Atenciosamente,

A Direção

A 6ª Feira do Livro da EACH tem suas datas confirmadas



Será nos dias 10,11 e 12 de ABRIL nos prédios da EACH (USP-Leste).

Anotem na agenda, divulguem, compartilhem essa notícia e aguardem para uma das melhores feiras da USP.


Visite página no facebook em 
https://www.facebook.com/feiradolivroeachusp

segunda-feira, 11 de março de 2013

95% das prefeituras do Brasil não entregaram o plano de gestão do lixo

Municípios que descumprirem a lei de resíduos sólidos não poderão pleitear recursos federais. A maioria das cidades do Paraná está atrasada



A menos de dois anos do prazo final para a eliminação de todos os lixões do país, apenas 283 municípios já apresentaram seus planos de gestão de resíduos sólidos ao Ministério do Meio Ambiente – nenhum deles do Paraná. Isso significa que, no momento, 95% das cidades brasileiras não podem pleitear recursos federais destinados ao setor, como os do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê R$ 1,5 bilhão para implantação de aterros sanitários e sistemas de coleta seletiva.
Segundo a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema), 135 municípios paranaenses informaram que já têm seus programas prontos e outros 90 estão em fase de elaboração. Outros 64 disseram que nem sequer começaram a pensar no assunto e 109 ainda não responderam ao questionário presente em um sistema on-line da secretaria.
Obrigação
Municípios paranaenses com IDH europeu já cumpriram a lei
Municípios paranaenses com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) similar à de economias de médio porte da Europa já têm prontos seus planos de gestão de resíduos sólidos, conforme informações coletadas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema).
Dentre as 135 cidades que se encaixam nessa lista, mas que ainda não entregaram seus projetos ao Ministério do Meio Ambiente, estão Curitiba, Pato Branco, Maringá, Palotina, Toledo, Londrina e Cascavel – cidades com IDH superior a 0,81, índice igual ou maior do que o de países como Lituânia, Polônia e Hungria.
Cascavel, por exemplo, já tem aterro sanitário municipal desde 1995 e serviço de coleta seletiva de lixo. A prefeitura diz ter protocolado há três anos o seu plano na Sema, mas desconhecia a necessidade de enviá-lo ao governo federal.
“Nem sabia que era obrigatório entregar [o plano] para o ministério, mas o município tem o plano, englobando toda a destinação final e adequada de todos os resíduos, inclusive da construção civil e aqueles considerados perigosos”, diz Elmo Rowe Júnior, que assumiu recentemente a Secretaria do Meio Ambiente de Cascavel. (RM)
Funasa
União vai lançar primeiro edital para distribuir verba até o fim do ano
Os recursos para implantação dos planos de gestão de resíduos sólidos ainda não começaram a ser distribuídos, mas as prefeituras que não enviaram seus documentos ao Ministério do Meio Ambiente podem começar a sentir falta dessa verba nos próximos meses. A Fun­­dação Nacional de Saúde (Fu­­na­­sa) vai distribuir R$ 38 milhões neste ano para financiamento de projetos de implantação de aterro sanitário, construção de galpão de triagem e para financiamento de aquisição de equipamentos e veículos coletores. O órgão, ligado do Ministério da Saúde, diz ter recebido 585 propostas, sendo 185 solicitando elaboração de projetos, como planos de gestão de resíduos sólidos, 369 para aquisição de equipamentos ou construção de aterros e galpões de triagem e 31 para serviços que não são financiáveis.
Segundo o edital para dis­­tribuição dos recursos, apenas municípios com planos de gestão de resíduos já entregues po­­derão receber verbas para a aquisição de equipamentos. A entidade, porém, ainda não con­­cluiu a seleção dos pleitos e, por isso, não informou quantas cidades perderão repasses por não terem projetos prontos. (RM)
R$ 1,8 milhão
Os recursos que serão disponibilizados para a consultoria de projetos de gestão de resíduos sólidos variam de R$ 600 mil para planos intermunicipais até R$ 1,8 milhão, para regiões metropolitanas. Já os planos estaduais receberão até R$ 1,7 milhão. Ainda foram definidas faixas especiais para sedes da Copa de 2014 e cidades próximas. As sedes dos jogos poderão receber até R$ 1,4 milhão para consultoria e as cidades próximas com até 100 mil habitantes devem receber até R$ 100 mil e aquelas com mais de 500 mil moradores receberão até R$ 600 mil.
TCE-PR aponta falhas na fiscalização de aterros
Um relatório produzido por auditores do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR) entre agosto e outubro do ano passado indicou que é baixa a capacidade do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) de assegurar a mensuração dos impactos ambientais de aterros e lixões do estado. Dentre os principais problemas estariam falta de funcionários, falhas na captação de servidores, sucateamento de frota, ausência de planejamento de fiscalização e monitoramento deficiente de aterros e lixões. Além disso, nos municípios visitados pelos auditores foram encontrados mais lixões do que o informado pelo IAP (39 ante 18). No total, são 97 vazadouros a céu aberto no estado. O relatório ainda apontou que a maioria dos aterros ou não teria licença ambiental ou estaria com o documento vencido. À época da produção do levantamento, de 340 aterros, 76 (22%) não tinham a autorização emitida pelo IAP e 146 (43%) sequer tinham a licença.
Em relatório posterior publicado pelo próprio TCE-PR, o órgão afirma que o diretor presidente do IAP, Luiz Tarcisio Mossato Pinto, ressaltou a importância da auditoria e que as principais críticas do documento já estariam sendo sanadas com a contratação de funcionários, a aquisição de veículos e a elaboração de uma resolução estadual, estabelecendo critérios para licenciamento e outorga de aterros sanitários.
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Dificuldades
O atraso na entrega dos planos evidencia a dificuldade para se extinguir os lixões no país, conforme determina a Lei 12.305, de agosto de 2010.
De acordo com o relatório Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, de 2011, produzido pela Associação Brasileira de Empresa Pú­blica e Resíduos e Resíduos Espaciais (Abrelpe), dos 5.565 municípios brasileiros, 3,371 deles ainda destinam seus resíduos para lixões (1.607) ou aterros controlados (1.764) – áreas geralmente sem projetos e precárias para o tratamento de gases. No ano passado, 11 milhões de toneladas de lixo foram parar em lixões no país – quase 297 mil toneladas só no Paraná.
“Decorrido tanto tempo da promulgação da lei, hoje estou extremamente preocupado com esse objetivo”, afirma João Gianesi Netto, vice-presidente da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Urbana (ABLP).
A opinião é endossada pela advogada Fabiana Atallah, membro da Comissão de Direito Ambiental da seção Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR). “Não acredito que vá acontecer [o fim dos lixões] até 2014. De qualquer forma, o que vejo de bom é que todos começaram a se mexer e, se acontecer até 2020, é melhor do que nada”, diz ela, que é especialista em Direito Ambiental e em Gestão e Estratégica da Sustentabilidade.
Falta capacitação
Segundo Cláudia Ruberg, urbanista e doutora em Gestão de Resíduos Sólidos pela Universidade de São Paulo (USP), um dos problemas é a escassez de profissionais com domínio sobre o tema nas prefeituras, principalmente nas menores. “Essa falta de profissionais dificulta a elaboração e implantação de planos. Mesmo quando há a contratação de empresa para elaborar o plano, por vezes os técnicos da prefeitura não sabem avaliar o documento e verificar se ele atende às necessidades.”
Para Carlos Garcez, coordenador de Resíduos Sólidos da Sema, a ausência do Paraná na lista das 283 cidades em dia com o Ministério do Meio Ambiente não configura uma falta de qualidade na gestão de resíduos no estado. “Acredito que 60% dos municípios paranaenses já tenham o plano por conta dos consórcios que agregam muitos municípios. O plano de regionalização, inclusive, tem como objetivo sugerir 18 consórcios no estado”, explica. Segundo ele, a maior carência de aterros sanitários hoje está na Região Centro-Sul do estado, que engloba as microrregiões de Guarapuava, Palmas e Pitanga.
No PR, 64 cidades estão na estaca zero
Embora ricas e populosas, São José dos Pinhais (Grande Curitiba) e Foz do Iguaçu (Oeste do estado) estão entre as 64 cidades que informaram à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos que nem sequer começaram a elaborar seus planos de gestão de resíduos sólidos. A dupla se destaca nessa relação pelo tamanho da população (cada uma tem mais de 200 mil habitantes) e por ter Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) acima das médias nacional e paranaense (0,796 em São José e 0,788 em Foz).
Apesar disso, a situação do lixo em São José e Foz não chega a ser caótica como em outros municípios. Relatório do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR) informa que os resíduos sólidos dos dois municípios têm como destino aterros sanitários impermeabilizados e com tratamento de gases.
Política nacional
O Plano Nacional de Re­síduos Sólidos não propõe apenas a eliminação dos lixões do país, mas também a implantação de coletas seletivas eficazes, mecanismos de inclusão de catadores e programas de logística reversa para grandes geradores de lixo. No documento que formaliza o plano estão previstos cenários favorável, intermediário e desfavorável. Na previsão mais equilibrada, o governo propõe, por exemplo, que até 2031 seja reduzida em 70% a quantidade de resíduos reciclados que hoje ainda têm como destino os aterros sanitários.
Outros 89 municípios informaram ao governo do estado que estão em fase de elaboração de projetos. Entre eles, cidades com mais de 100 mil habitantes e também com IDH acima das médias nacional e estadual, como Ponta Grossa, Apucarana e Pinhais. O prazo para a entrega dos planos sem prejuízo de repasse de recursos federais expirou no último dia 2 de agosto.












domingo, 10 de março de 2013

EACH sedia workshop sobre Mapeamento Conceitual


Entre os dias 25 e 26 de março acontece na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP a primeira edição do workshop sobre Mapeamento Conceitual.
Seu principal objetivo é disseminar a técnica de mapeamento conceitual entre usuários interessados e acadêmicos (docentes, pesquisadores, alunos de pós-graduação e alunos de graduação), a partir da interação com palestrantes com larga experiência na área de mapas conceituais.
O evento contém uma distribuição equilibrada de atividades teóricas e práticas, a fim de estimular a interação entre os pesquisadores e os participantes, que terão a oportunidade de ver demonstrações e de elaborar seus próprios mapas conceituais de forma individual e em pequenos grupos. Confira no site a programação completa.
O valor das inscrições varia de R$150,00 a R$300,00 e devem ser feitas neste link

Ainda há esperança. Que venham os futuros líderes deste país...

Jovens querem ser políticos

USP LESTE - EACH

Vídeo institucional da EACH parte 1.

Vídeo institucional da EACH parte 2.

Opiniões sobre o ciclo básico da EACH. 1

Opiniões sobre o ciclo básico da EACH. 2