quarta-feira, 23 de março de 2011

Sobre adaptações na grade de GPP.

Email de Danilo Senen Cavallieri"




Colegas,

Na ultima quinta feira, conversei com o Prof. Zé Renato (que nos lê em cópia e pediu para divulgar suas informações) sobre o caso de quem quer se formar esse ano e não fez alguma disciplina que fora fundida.

Conversei mais especificamente sobre a Contabilidade e Orcamento que fora fundida com Adm Financeira e Teorias da Democracia que fora Fundida com Instituições Políticas Brasileiras.

Foram divulgadas inúmeras informações erradas, e muitos alunos estão seguindo a orientação de que para se formar esse ano, será necessário cursar a disciplina nova, já fundida. Isso não é verdade, uma vez que o documento "Normas para transição da grade curricular do curso de Gestão de Políticas Públicas a partir de 2011" - retirado das deliberações das COCs, após uma comissão de professores estudarem os casos - traz as seguintes informações:

a) Normas gerais

- Os alunos deverão cursar 160 créditos-aula para conclusão do curso.

- No caso de disciplinas extintas, o aluno deverá cursar os créditos-aula equivalentes em disciplinas optativas.

*** (DESTACO)? A nova grade passa a valer para todos os alunos do curso, exceto para aqueles que o concluem em 2011, com as adaptações listadas abaixo.***

- Em casos omissos, a coordenação do curso determinará as equivalências necessárias, sempre respeitando o limite mínimo de 160 créditos-aula.


c) Tabela de equivalência

Sobre as disciplinas Contabilidade e Adm. Financeira diz:

"Será necessário cursar mais dois créditos de optativas". (E NÃO OBRIGATÓRIAS)

***(DESTACO) "Alunos que cursaram apenas uma das duas disciplinas da grade 2006 deverão cursar optativa  na área a ser ofertada em 2011.

A partir de 2012 deverão cursar a nova disciplina com 6 créditos, sendo a disciplina da grade 2006 validada como optativa."

Sobre TD E IPB, diz:

"Alunos que tenham cursado apenas Teorias da Democracia:  deverão cursar IPB em 2011. A partir de 2012 deverão cursar 2 cred. de optativas na área. em substituição a IPB, ou a nova disciplina com 4 créditos.

***(DESTACO) Alunos que tenham cursado apenas IPB: deverão cursar optativa a ser oferecida em substituição a Teorias da Democracia em 2011.

A partir de 2012 deverão cursar 2 créditos de optativas na área ou a nova disciplina com 4 créditos."

A QUESTÃO É, QUAIS DISCIPLINAS SUBSTITUIRÃO ESSAS MATÉRIAS,E QUEM AS OFERTARÃO,  SENDO ISSO ATRIBUIÇÕES DAS PROXIMAS COCs E DA NOVA COORDENAÇÃO.

Sendo que, o Zé Renato garantiu que participará ativamente, não deixando os alunos na mão sobre a questão das adaptações, e que irá junto com o novo coordenador (quem quer que seja) discutir essas questões e definir diretrizes junto ao JOSEVAN da graduação, responsável por GPP.

SENDO ASSIM, A DEFINIÇÃO DE EQUIVALÊNCIAS QUE FORAM PASSADAS AOS ALUNOS (DOCUMENTO ANEXO) TEM QUE SER RESPEITADA, OU SEJA OS ALUNOS QUE SE FORMAM ESTE ANO NÃO SÃO OBRIGADOS A CURSAS AS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS QUE FORAM FUNDIDAS E DEVERÃO SER OFERTADAS (PARA O 2 SEM NO CASO) DISCIPLINAS OPTATIVAS EQUIVALENTES PARA ADAPTAÇÃO DA GRADE, COMO CONSTA NO DOCUMENTO.

Escrevo para esclarecimento dos alunos nessa situação (que são muitos) e para pedir que a nova coordenação (independentemente de quem for), e os professores atentem-se à questão e busquem minimizar os problemas decorrentes da implementação da nova grade, respeitando os direitos dos alunos que querem se formar em 2011 .

Abraços"


-- 
Danilo Senen Cavallieri"

Diretor Administrativo - Oficina de Gestão de Políticas Públicas - OGP
Empresa Jr. Bacharelado em Gestão de Políticas Públicas
Escola de Artes, Ciências e Humanidades - EACH
Universidade de São Paulo - USP

Movimento Nova USP- Grupo de Discentes da Universidade de São Paulo



Deu no Estadão: Alunos de Obstetrícia protestam em frente a reitoria da USP.

Alunos protestam contra a possível suspensão de curso da USP Leste



Cerca de cem alunos protestaram nesta terça-feira, 22, contra a possível suspensão do curso de Obstetrícia do câmpus da zona leste da Universidade de São Paulo (USP), a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). O ato ocorreu em frente à reitoria, na Cidade Universitária, no Butantã, zona oeste.

O protesto, pacífico, foi motivado por um relatório denominado Estudo das Potencialidades, Revisão e Remanejamento de Vagas nos Cursos de Graduação da EACH, que aponta uma redução de, no mínimo, dez vagas de cada um dos dez cursos da unidade. Em algumas carreiras, o número chegaria a 80, o que totalizaria uma redução de 330 vagas em toda a unidade. O estudo foi orientado pelo ex-reitor da USP Adolpho José Melfi.

No caso do curso de Obstetrícia, o documento propõe que haja uma fusão dele com a graduação em Enfermagem. O texto ainda propõe a suspensão do vestibular neste ano, enquanto a situação dos egressos – que não conseguem registro profissional – não for resolvida.

O grupo que protestou, formado majoritariamente por mulheres, usou bonecas e bexigas para simular gravidez e, com carro de som e microfone, defenderam a importância do curso para o desenvolvimento da saúde da mulher no Brasil.

“A USP deve assumir seu papel de inovação. A prioridade é manter o vestibular do curso”, afirma a professora Simone Diniz, da Faculdade de Saúde Pública da USP. “Recebemos a notícia com indignação. A USP está se intimidando diante de tudo isso.”
Leia mais no Estadão

terça-feira, 22 de março de 2011

RESULTADO DA ELEIÇÃO PARA COORDENAÇÃO DE CURSO de GPP:

Parabéns e sucesso aos novos coordenadores do curso de GPP Coelho e Cecilia.


Coelho/ Cecília ganham a eleição para coordenador de GPP por 19 votos contra 7 de Jorge/ Caldas


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Queridos estudantes e colegas,

É com grande satisfação que o Centro Acadêmico Herbert de Sousa anuncia aos estudantes os resultados da consultas realizadas nos dias 21 e 22 de março sobre a preferência de chapa para coordenação e método a ser utilizado pelos RDs para reportagem de tal vontade na Eleição, que ocorrerá hoje.

Vale lembrar sobre a importância histórica desse evento, tanto para o curso quanto para a própria universidade, naquilo que se refere à DEMOCRACIA. Apesar de se tratar de um espaço público, muitas vezes defrontamo-nos com atitudes patrimonialistas e até mesmo autocráticas, tendo em vista o cenário politicamente conturbado ao qual estamos passando. Por isso, espera-se que nossos queridos RDs sigam aquilo que é legitimamente a vontade dos estudantes e  nos representem com fidelidade e empenho.

Sobre os resultados da apuração dos votos válidos, que ocorreu nas últimas horas do dia 22:

CHAPAS:

Fernando Coelho e Cecília Olivieri  -  237 votos 



Jorge Machado e Eduardo Caldas -    63 votos 

Sistema de votação pelos RDs:

Majoritária - 178 votos 

Proporcional - 120 votos

TOTAL de votos apurados: 306

Portanto, por meio dos mais de 300 estudantes que participaram deste processo eleitoral, a CHAPA  formada pelos professores Fernando Coelho e Cecília Olivieri foi a escolhida para que todos os oito (8) Representantes Discentes votem de forma soberana, majoritária e democrática a vontade da maioria dos discentes.



Atenciosamente,
--
--
Centro Acadêmico Herbert de Sousa
Gestão de Políticas Públicas
Escola de Artes, Ciências e Humanidades
Universidade de São Paulo




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Informe da Comissão Eleitoral




Prezados,

Em nome da Comissão Eleitoral composta pelo Professor Jaime, pela Professora Vivian e por mim (Ana Caroline Garcia) informo que de acordo com a consulta aos alunos a chapa "Fazer Acontecer" compostas pelos Professores Fernando Coelho e Professora Cecília Olivieri venceu com 237 votos. A chapa "Gpp autônomo, participativo e ativista" composta pelo Professor Jorge Machado e Professor Eduardo Caldas recebeu 63 votos. Houve também 07 votos brancos/nulos. O modo de votação que venceu foi o modo majoritário com 180 votos ante 120 para o modo proporcional. Conforme estabelecido o voto dos Docentes e Discentes é pessoal, direto e  secreto. A Comissão não interferirá na decisão dos alunos de mostrarem ou não o seu voto. Abaixo estão os nomes dos Professores e RD´s que irão votar na sala 322M-I1 no período das 08h até 20h.  O local em que será apurado os votos será na sala 325-I1 no período das 20h às 20h30 e a divulgação do resultado ocorrerá por proclamação na hora e também pela rede de emails de docentes e alunos do curso de GPP.

Docentes eleitores:


1. Alessandro Soares

2. Cristiane Kerches

3. Fernando Aguillar

4. Flávia Mori

5. Gustavo Bambini

6. Jorge Machado

7. José Renato de C. Araújo

8. Marislei Nishijima

9. Pablo Ortellado

10. Ursula Peres

11. Wagner Iglecias

12. Agnaldo Valentim

13. Cecília Olivieri

14. Eduardo Caldas

15. Fernando Coelho

16. Gislene Santos

17. Jaime Crozatti

18. José Carlos Vaz

19. Marcelo Nerling

20. Marta Assumpção

21. Rogério Mugnaini

22. Vivian Urquidi

23. Wagner Pralon



Representantes Discentes eleitores:


1.    Ana Caroline Garcia

2.    Camila Fernanda Biolcatti

3.   Helena de Souza Marcon

4.       Ivie Macedo Sousa

5.    Loreny Mayara Caetano Roberto

6    Marina Biazzon da Silva

7.    Natália Cristine Sales do Prado

8.    Vinícius Felix da Silva


Grata,

Comissão Eleitoral





--
Vinicius Felix
9293-2566/ 2441-3227
Gestão de Políticas Públicas
EACH/USP
http://stoa.usp.br/vfelix <http://stoa.usp.br/vfelix/files/>

segunda-feira, 21 de março de 2011

RESPOSTA DA CHAPA COELHO/CECÍLIA SOBRE A UNIFICAÇÃO DAS CHAPAS

Caros,

Segue resposta encaminhada por mim e pela Prof. Cecília para a lista de professores e RDs ontem pela noite.


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Sun, 20 Mar 2011 23:58:44 

Prezado Jorge, Caros Colegas e Representantes Discentes,

Como o Prof. Jorge expôs em seu e-mail, na quinta-feira (17/03) pela tarde nós conversamos - longamente - em minha sala. Foi uma conversa franca/aberta de ambos os lados que permitiu a cada um apresentar as trajetórias/motivações das candidaturas, as visões sobre o perfil dos candidatos e suas convergências e divergências. Em e-mail posterior, eu (Fernando) explicarei os detalhes do surgimento (e dos bastidores) de nossa candidatura.

Após ouvir - atentamente - a proposta de unificação de chapa apresentada pelo Prof. Jorge, eu (Fernando) expliquei a ele que a idéia era bem-vinda, mas que, talvez, diante do processo eleitoral em curso (próximo a data das eleições), tal proposta enfraqueceria o nosso processo democrático, marcado pelo embate de idéias, mobilização do corpo discente, etc.

Meu compromisso (Fernando) com o Jorge foi de conversar com a Cecília e retornar para ele neste final de semana, visto que na sexta-feira eu estaria em uma banca de mestrado - no decorrer do dia - na FEARP-USP (na sexta-feira, estive na EACH das 8h00 às 10h00 para abrir a minha disciplina no mestrado, viajei para Ribeirão Preto pelo Aerop. de Guarulhos e, no final da noite, após o meu retorno de viagem, passei na EACH para buscar o meu carro).Em adição, pela impossibilidade de conversar com o Jorge no final de semana (que disse que estaria sem acesso ao celular, e esperava um e-mail nosso), combinei de enviar um e-mail no final de semana, comunicando-o de nossa decisão.

Na quinta-feira pela noite conversei (brevemente, por telefone) com a Prof. Cecília sobre a proposta do Jorge e combinamos de conversar detalhadamente neste final de semana. Neste interim, conversamos com alguns colegas para saber a opinião de cada qual, bem como comentei (Fernando) sobre a essa proposta com o José Renato (na quinta-feira, pela noite), além de dialogar com alguns discentes mobilizados no processo eleitoral. Um dos alunos, que eu respeito profundamente, me enviou um e-mail após a nossa conversa na quinta-feira, dizendo que:

"(...) os alunos se esforçaram para deliberar e repensar como fazer valer a representação discente nesta eleição. Disperdiçar este esforço através de uma chapa única poderia ter proporções catastróficas também: na medida em que os argumentos até então contrários de uma chapa com relação a outra, perdessem a força e o sentido (...)".

Em nossa conversa neste domingo, eu e a Prof. Cecília estranhamos a publicação das cartas de apoio dos coordenadores na sexta-feira (18/03) diante da - recente - proposta de unificação das chapas. Independente desta movimentação, a partir de nossas idéias (abaixo) e das conversas com tivemos com alguns colegas mantivemos a proposta da disputa/pleito eleitoral.Como combinado, comunicaríamos o Prof. Jorge por e-mail neste domingo e eu (Fernando), adicionalmente, telefonaria para ele amanhã para melhor explicar a situação.

A chapa dos Professores Jorge e Eduardo e seus apoiadores abertos (como os Professores Vaz e Zé Renato) teceram, ao longo de toda companha, loas ao debate, à democracia, à participação, ressaltando a importância da explicitação das posições políticas e do debate de idéias.

Acreditamos que o processo político democrático é isso: debate de idéias, e não brigas pessoais. Acreditamos que o processo democrático supõe a construção não de unanimidades, mas de maiorias a partir da apresentação de argumentos,propostas, idéias concretas, posições claras.Quem não assistiu ao debate entre as chapas da última terça-feira pode ver no link (abaixo) o quanto propusemos e mantivemos o debate no nível das propostas concretas, sem ataques a posições pessoais.

http://caherbertdesousa.wordpress.com

Se todos somos GPP, se todos temos o mesmo interesse em promover o curso e a pesquisa na área de gestão de políticas públicas, então, quem quer que ganhe a eleição terá o apoio da outra chapa e dos docentes para um mandato de dois anos. Este é o nosso compromisso: lutar por GPP, seja quem estiver na coordenação.

O saudável e produtivo debate democrático de idéais entre as chapas concorrentes à coordenação de GPP está imersa em questões políticas e administrativas graves: as propostas do relatório Melphi e a informalidade da nossa coordenação. Concordamos com os Professores Vaz e Renato quando dizem que qualquer das chapas que vença terá o apoio da outra e de todo corpo docente para lidar com essas questões que nos desafiam. De nossa parte, afirmamos que, democraticamente, acataremos o resultado da eleição e juntaremos forças, em caso de não ganharmos, com os Professores Jorge e Eduardo para continuar melhorando e promovendo nosso curso e as condições de trabalho de docentes e discentes, como já fazemos há anos.

Finalmente, gostaríamos de adiantar nossa disposição em discutir as propostas apresentadas pelo relatório Melphi, e de colocar algumas visões nossas a partir de uma primeira leitura. Há propostas interessantes entre as
feitas especificamente para o curso de GPP, como a de ampliar a divulgação do nosso curso entre vestibulandos (é, inclusive, um dos pontos de nossa carta programa, e foi objeto de ações da gestão dos colegas Zé Renato e
Vaz), mas há propostas que, a nosso ver, não estão fundamentadas na avaliação do relatório, como a de redução das vagas de ingresso. A demanda pelo nosso curso pode não ser tão alta quanto a de medicina ou engenharia,
mas a qualidade da demanda, a qualidade de nossos alunos e a relevância do estudo da gestão e da análise das políticas públicas justificam a manutenção do número de vagas.

Concluímos incitando a todos a lerem esse documento e discuti-lo com o espírito aberto e comprometido com nossa Escola e nosso curso.


Um abraço a todos,


Fernando e Cecília

RESPOSTA DO PROFESSOR WAGNER IGLECIAS À PROPOSTA DE UNIFICAÇÃO DAS CHAPAS

Caro Jorge,

Acabo de ler a sua mensagem. Se me permitir dar pitaco, ai vai.
Ha alguns dias mandei uma mensagem, a partir de sugestoes (em tom de brincadeira) que foram feitas a mim para analisar o cenario. Obviamente que dada a proximidade pessoal com as candidaturas e as relacoes de amizade nao foi possivel fazer analise nenhuma, mas apenas enaltecer aquilo que vejo de positivo em vc, Coelho, Cecilia e Edu. Mas o que mais tentei passar ali era a minha preocupacao com esse clima de deslegitimacao do outro, do adversario, que tem marcado esse processo eleitoral. Nao sei se li tantos livros quantos alguns colegas de GPP leram ao longo de suas trajetorias academicas, mas pelos livros que li, e pelo que vi ao longo do tempo, acho que politica tem a ver com dissenso, com dialogo e com a criacao de areas de consenso, num equilibrio sempre dinamico e delicado. Ou seja, o oposto da pratica da deslegitimacao do outro. Era a isso o que me referia quando abria minha mensagem dizendo que minha declaracao de voto tinha pouca relevancia, e quando a fechava conclamando a unidade (unidade POS-ELEITORAL, frise-se). Provavelmente nao fui suficientemente claro nas minhas palavras e alguns talvez nao tenham entendido a mensagem daquela forma, preferindo nos tachar com a pecha fácil de "murista". Sem problemas, vamos em frente.

Talvez alguns vejam a sua mensagem e sua proposta, Jorge, como demonstrações de maturidade política e grande despreendimento, sobretudo nesse momento delicado que o curso e a Unidade estão vivendo. E talvez sejam mesmo. Como todo mundo sabe, tenho muito mais afinidade ideologica com voce e com Caldas do que com Fernando e com Cecilia. Mas, sinceramente, eu não gostei da sua mensagem. E nem da proposta que você faz (falarei sobre isso mais adiante). Não gostei da sua mensagem porque você, embora fale, de passagem, sobre o complicado momento que vivem o curso e a Unidade (isso sim seria motivo para especularmos uma uniao de chapas), passa boa parte da mensagem pintando um quadro sombrio sobre o grupo de professores, com o qual eu não concordo. Ate me estranha que uma chapa mais a esquerda use deste tipo de estrategia, tipica de manifestacoes politicas mais conservadoras. Poxa, dizer que se um lado ganhar há rumores de que apoiadores do outro lado irão cruzar os braços? Como assim? Quem propagou esses rumores? Eu não autorizo ninguém a falar em meu nome a esse respeito. E acho que não estou sozinho nessa. Se eu votar em você e o Coelho ganhar, ou vice-versa, estarei ai pra colaborar, na medida do que for possível. E muitos outros colegas estarão também. Jorge, se alguém estah ou estiver de braços cruzados provavelmente não eh ou nao serah por razões eleitorais.

Voce pergunta o que se passa entre nós...acho que o que se passa eh que não conseguimos construir um consenso prévio ao processo eleitoral. Na minha humirde opinião (que é APENAS mais uma opiniao, mais um mero ponto de vista, mais uma versao dos fatos, e não a VERDADE, pois esta não existe, ok, mestres do bom senso e senhores da razão?)...bom, voltando, meu caro Jorge, temos ai duas chapas qualificadas, cada qual com tais ou quais prioridades mais destacadas, que contam com simpatia de varios colegas e alunos e tambem com certa rejeicao de outros tantos. Ja falei isso anteriormente, o ideal seria uma chapa encabecada por alguem que transitasse sem grandes problemas entre todos os colegas e contasse com elevado apoio entre todos os grupos do alunado. Mas ha algum grande problema de nao termos construido isto? Acho que não, não eh, ?tipo assim? (rs) o fim do mundo. O debate eh bacana, a divergencia de posicoes e de visoes eh sempre interessante e didatica. Eu nao sei Jorge, posso estar aqui falando um monte de bobagem, mas tua mensagem tá recheada de termos que assustam e não contribuem em nada para politizar a discussao, como "rumores", "risco real", "mesquinhez", ?degeneração?, ?fidelidades em cheque? e que tais. No limite, acho eu (e bota achismo nisso), fica-se com a impressão de que a gente não sabe fazer política, e que, ao invés de fazermos o duelo de ideias, o máximo que conseguimos eh criar um ambiente nebuloso e ameaçador. Fora isso, fico pensando: se o Coelhinho e a Cecilia não aceitarem a proposta que você faz, será que eles vão ficar com a pecha de mesquinhos?

Veja, cada qual fala a partir de seu ponto de vista, mas eu nao to sabendo desta outra variavel que você coloca, sobre "inimizades contidas". Nao sei se eh porque eu nao me julgo inimigo de ninguem (e ate onde sei ninguem se julga meu inimigo), mas nao to vendo a coisa tao feia assim não (ok, não enxergo mesmo bem, entao pode ser uma limitacao minha). Sou daqueles que acha que eleição passa e as feridas tendem a se cicatrizar. Até porque nossa perspectiva de convivência dentro de GPP eh de décadas ainda. Agora, muito na boa, Jorge, vcs mandam uma carta propondo a uniao das chapas e falam que "a grande dúvida que tínhamos era se a busca pela coordenação feita pela outra chapa era motivada primordialmente pela melhoria do curso ou se tratava de um projeto pessoal". Po, velho, eh assim que a conseguiremos construir um consenso, alias consenso de ultima hora, quando as urnas do C.A. e cerca de 500 alunos estao mobilizados para escolherem entre uma chapa e outra e balizarem os RDs?

Eu queria saber o seguinte, Jorge: em termos práticos, a sua proposta redunda no que? Chapa única, formada pelos dois atuais candidatos a coordenador, abrindo-se mão dos dois candidatos a vice? Ou chapa única com um ?quatrovirato? (nem sei se existe essa palavra) tocando a Coordenação do curso?

Bom, apanhei pra caramba por nao ter aberto voto na mensagem anterior que mandei, mas ja coloco aqui minha posicao: Coordenacao de curso, na minha singela opiniao, deveria ser objeto de construcao coletiva, deveriamos sim ter chegado, meses atrás, a uma dupla de colegas que fosse consenso entre nós. Mas ja que nao chegamos, aproveitemos entao a possibilidade de promover o debate sobre os rumos que queremos para o nosso curso, e passemos para essa garotada a concepcao de que politica eh dissenso, e consenso logo depois, e nao deslegitimacao do adversario ou composicao de ultima hora. Se esta proposta extemporanea de unificacao vingar, sem eleicao entre as duas chapas, num processo de frustracao coletiva, meu voto ja está decidido: NULO. E nao me venham acusar de apostar na divisao, pois nao eh disso que se trata. Nao conseguimos, enquanto grupo, fazer uma ampla discussao de uniao la no passado, entao vamo pra eleicao, meus caros, debatendo as propostas das duas chapas ate a ultima hora. Quem ganhar assume, quem perder senta junto com nós outros não-candidatos e colabora. Se tem uma fidelidade que nao pode estar em cheque eh a nossa fidelidade a GPP.

Abracos (estou preparado para os tomates)

Wagner Iglecias


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PROPOSTA DO PROF. JORGE SOBRE A UNIFICAÇÃO DAS CHAPAS.

Prezad@s colegas,

Escrevo para vocês para tornar pública proposta de unificação das chapas feita na tarde de quinta ao professor Fernando.

Entendemos que chegamos a um ponto muito profundo de polarização entre as chapas. Essa divisão gerou uma crescente pressão sobre os colegas professores, levando a uma situação de evidente desconforto, colocando em cheque fidelidades e expondo inimizades contidas, verbalizadas apenas nos corredores e sujeitas aos ecos que uma campanha eleitoral proporciona.

A parte disso, não faltaram rumores que essa divisão do curso poderia gerar um racha entre os professores, com parte dos docentes cruzando os braços, dependendo do lado que ganhasse. Ao ouvir eleitores docentes de ambas as chapas, fui me convencendo que tais rumores são na verdade um risco real. A quem interessa essa divisão?

Pessoalmente, refleti sobre o fato eu mesmo não estar me entrando numa competição mesquinha pelo poder, como é frequentemente ver na universidade. Isso em si já representa uma contradição naquilo que acredito e defendo publicamente. Sentia-me desconfortável em cobrar dos colegas uma posição sobre as candidaturas, em especial àqueles que manifestavam apreço por ambas a chapas. Por outro lado, eu que sempre defendi e continuo defendendo praticas colaborativas - algo que se relaciona profundamente tanto com aquilo que pesquiso, como com meu trabalho em sala de aula -, surpreendi-me pelo fato outra chapa propor as mesmas ferramentas e métodos que costumo empregar. Além disso, nos debates desta semana, ficou evidente que ambas as chapas têm um diagnóstico muito semelhante dos problemas do curso. Que passa entre nós, então?

Abro aqui um parêntesis para expressar - aos que ainda não sabem - que nossa candidatura emergiu de uma conversa num encontro não premeditado na hora do cafezinho antes da COC do mês passado. Éramos seis os professores: eu, Eduardo, Cris Kerches, Pablo, Vaz e Zé Renato. A razão da conversa era uma só, de que vários professores - além desses presentes - não se sentiam contemplado pela única candidatura então existente. De minha parte e do professor Eduardo, não havia pretensão prévia ao cargo. Por outro lado, que perdoem a sinceridade, temíamos que a outra chapa fosse um tanto conservadora em relação à política universitária, tímida na relação com à direção da EACH e ainda que tivesse dificuldades para gerir certos conflitos internos entre os docentes. Portanto, antes de um projeto pessoal, nossa candidatura surgiu da inexistência de alguém que pudesse unir o grupo de docentes de GPP. Quando falamos em inexistência de uma pessoa, também nos incluímos, visto que nossa candidatura conta com apoio de cerca da metade dos docentes. Eis o dilema que nos encontramos todos nós. Creio que um erro de avaliação de ambos os lados foi o de acharmos que uma das chapas obteria facilmente a maioria entre os docentes.

Há sim um diferença política entre aqueles que compõem as chapas. No entanto, se a outra chapa assumiu que estar aberta à colaboração como nós, porque não cooperamos em vez de competir? E se fundirmos as chapas, com os quatro candidatos trabalhando à frente do curso, não teríamos assim uma gestão fortalecida com a confiança e apoio de ambos os lados que nos afiançam? Não acabariam assim os desconfortos e as divisões que esta eleição está gerando? Não será essa a melhor solução nesse momento de questionamento da COC, onde até o próprio resultado da eleição tende a não ter institucional?

Antes propormos isso a outra chapa, a grande dúvida que tínhamos era se a busca pela coordenação feita pela outra chapa era motivada primordialmente pela melhoria do curso ou se tratava de um projeto pessoal. Não tenho nada contra o professor Fernando, pessoa que admiro pelo seu empenho e dedicação àquilo que faz. Mas pelo fato por trabalharmos em áreas diferentes e termos pouco contato no curso, essa dúvida não estava clara. Em nenhum momento havíamos conversado diretamente sobre o assunto.

Na tarde de quinta-feira, procurei-o pessoalmente para conversar. Fiquei satisfeito ao ouvir sobre sua independência frente à direção da EACH, sua preocupação com um possível racha no curso e sua disposição em trabalhar em conjunto conosco na forma de rodízio. No entanto, não obtive resposta definitiva, pois tal acordo só seria possível com a anuência de sua vice, a professora Cecília.

Como professor Edu e eu, ao lançarmos nossa candidatura, decidimos dar máxima transparência a nossas ações e, em respeito aos que nos apoiam e a toda comunidade de GPP, decidirmos tornar pública nossa proposta. Cremos que a união das chapas somente poderá gerar desdobramentos positivos. Esperamos que isso também contribua para engajar nossos colegas no fortalecimento de nossa COC ampliada e, mais do que isso, em sua refundação, em meio a esse momento difícil que o curso experimenta.

Destaco a proposta de unificação foi feita de forma completamente independente das manifestações de apoio do professor Vaz - com quem queria, mas não pude conversar antes do envio de sua mensagem à lista - e do professor Zé Renato, que ficou sabendo da proposta que fizemos pelo próprio Fernando. Em todo caso, a mensagem do professor Vaz aponta para algo que queremos evitar, que interesses mesquinhos que arrisquem gerar maiores antagonismos e desagregação no corpo docente.

Portando, tornamos aqui público o convite feito à outra chapa para nos voltarmos aos interesses do curso, muito mais importantes que nossos interesses individuais. Já que ambas as chapas a essa altura se comprometeram por um lado, a ter uma *ação política democrática, aberta e colaborativa*, e por outro, a agir com independência e autonomia frente à direção da EACH, tão logo estejamos juntos, as nuvens de dúvidas e desconfianças tendem a ser desfeitas.

Abraços e uma boa semana a todos!

Jorge Machado

domingo, 20 de março de 2011

Colocamos #ficaobs e #foraBoueri nos trends do twitter

E por alguns minutos ficamos nos trendsBrasil 10 com o #ficaobs.

Esta demonstração de união dos eachianos é bom para alertar a mídia sobre a ameaça de corte de vagas na universidade pública. Precisamos ampliar as oportunidades, e a direção da USP vem num movimento contrário.












O Relatório de Avaliação dos cursos da EACH que originou 300 cortes de vagas.

Relatório final apresentado pelo Grupo de Trabalho designado pelo Prof. Dr Jorge Boueri, Diretor da EACH, pela Portaria EACH 26/10 de 17 de junho de 2010, para Estudo das Potencialidades, Revisão e Remanejamento de Vagas nos Cursos de Graduação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP.


INTRODUÇÃO
Este relatório apresenta os resultados das reuniões do Grupo de Trabalho para Estudo das Potencialidades, Revisão e Remanejamento de Vagas nos Cursos de Graduação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, criado pelo Prof. Dr. Jorge Boueri, Diretor da EACH, por meio da Portaria EACH 26/10 de 17 de junho de 2010. Por determinação da Portaria, competia ao GT:
1 – Realizar estudos sobre a potencialidade de áreas, revisão dos cursos existentes no tocante à sua dinâmica com a inserção na sociedade e no mercado de trabalho e a criação de novos cursos na EACH
2 – Preparar relatórios e pareceres para uso do Diretor sobre possíveis remanejamentos de vagas nos cursos da Escola.
3 – Apreciar, em caráter não deliberativo, outras matérias que lhe forem submetidas pelo Diretor.
A citada Portaria deixa claro que o GT não tem caráter deliberativo, devendo apresentar sugestões que serão posteriormente apreciadas pelos órgãos deliberativos da Escola de Artes, Ciências e Humanidades.




d) Gestão de Políticas Públicas (GPP)
Na opinião do Grupo de Trabalho, o curso de Gestão de Políticas Públicas apresenta alguns aspectos que merecem ser destacados, conforme explanação a seguir.
O curso possui uma baixa relação candidato/vaga. Em 2010 foi de 4,08, valor este inferior à média da EACH (5,6). Em 2011 a relação aumentou um pouco, passando para 4,58. Cabe destacar, no entanto, que o curso completou suas 120 vagas em todos os vestibulares.
Com respeito à procura, recomenda-se um esforço de divulgação do curso e explanação do projeto pedagógico aos alunos egressos do ensino médio e de cursos vestibulares, que possivelmente desconhecem o curso e as áreas de atuação desse profissional.
O Grupo de Trabalho notou que o número de alunos formados pelo curso é muito baixo. Este fato, conforme justificado pela coordenação do GPP, pode ser explicado pela existência de um elevado número de estudantes com idade mais elevada e que já possui emprego (em estatais, principalmente) ou que já possui outra graduação. Trata-se do número de formados mais baixo da Escola, representando somente 5% dos alunos ingressantes. Um ponto positivo é que os formados encontram boas oportunidades de trabalho como gestores, em órgãos públicos ou em organizações privadas e do Terceiro Setor. Além disso, existem ex-alunos se dirigindo à área acadêmica (cursando Mestrado em outras instituições).
Um problema constatado com o curso diz respeito à matriz curricular. O GPP possui atualmente 22 docentes. Analisando as grades horárias (a atual utilizada em 2010 e a proposta para 2011), percebe-se que o curso tem grande número de disciplinas optativas (20%), a partir do 6º semestre, e que a maioria dessas optativas são de 2 créditos-aula, o que implica em os alunos terem muitas disciplinas a cursar.
Considerando que se trata de um curso da área de Humanas, na qual a carga de leitura é, em geral, superior às demais áreas, o que pode resultar em maior número de alunos em dependência, devido à impossibilidade de acompanhamento e atendimento ao que está sendo exigido. Na grade oferecida até 2010 existiam 32 disciplinas optativas possíveis de serem oferecidas e a partir de 2011 passam a ter 66 disciplinas optativas. Pareceu ao Grupo de Trabalho que grande número dessas optativas é criado mais em função do interesse do docente, em oferecer uma disciplina de sua área de atuação, do que visando fornecer ao aluno uma formação completa em um determinado setor do conhecimento.
O curso prevê disciplinas com pré-requisito, o que “dificulta” o aproveitamento por parte dos alunos, que precisam aguardar novo oferecimento das disciplinas em que ficaram reprovados para a continuidade do curso.
Cabe destacar que o curso não conta carga horária (como atividade didática) para orientação de Trabalhos de Conclusão de Curso, o que, em parte, onera em carga adicional de trabalho os docentes envolvidos, pois a atividade não está sendo computada como acontece com outros cursos. É preciso rever a atribuição de carga horária para o acompanhamento de estágios, o que só é feito no curso de Gestão de Políticas Públicas e de Marketing, apesar de ser excedente à quantidade mínima de carga horária docente da Escola.
Além das disciplinas obrigatórias e optativas, o curso tem por responsabilidade oferecer a disciplina de Sociedade, Multiculturalismo e Direitos (SMD), no Ciclo Básico, para todos os cursos.
Um ponto que tem preocupado alguns docentes do próprio curso é a implantação, ainda neste ano, de um estágio obrigatório no 3º semestre (até 6 horas/dia). Até 2010, o estágio obrigatório estava previsto apenas para os últimos semestres do curso (7º e 8º). Este fato poderá atrapalhar o andamento e a fluência do curso. Vários docentes do próprio GPP têm interesse em rever este ponto.
Considerando os dados quantitativos analisados (candidato/vaga, matrículas, egressos etc.), e a solicitação da coordenação e professores do curso, o Grupo de Trabalho entende que a diminuição de 10 vagas em cada período (matutino e noturno), poderá ser benéfica para o bom andamento do curso.
Sugere-se maior acompanhamento aos alunos para viabilizar maior número de formados nos próximos anos, sem perder a exigência e a seriedade que têm sido demonstradas pela atuação dos docentes em sala de aula e dos alunos na prática profissional.
Por outro lado, críticas formuladas por certos docentes, presentes na apresentação do curso, foram consideradas adequadas pelo GT e devem ser motivos de reflexão, como por exemplo: o sequenciamento lógico do programa entre as disciplinas/semestres deve ser revisto, prioridade ao atendimento de disciplinas de interesse na formação dos alunos e não pela „expertise‟ dos docentes, maior envolvimento de docentes e alunos em projetos de extensão e maior articulação do curso com outros cursos, escolas e com o setor público.

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Leia na integra em http://www.megaupload.com/?d=B6AZBOHC

sábado, 19 de março de 2011

Estudantes protestam contra a redução de vagas na USP Leste

Protesto aconteceu na tarde desta sexta-feira (18).
Conselho sugere revisão de cursos com baixa demanda.

Estudantes e ex-alunos fizeram na tarde desta sexta-feira (18) uma manifestação contra o fechamento de vagas dos cursos da USP Leste. Foi criado um relatório concluíndo o fechamento de mais de 300 vagas das 1020 oferecidas pela universidade. Os alunos inconformados resolveram mostrar o poder da sua voz.
Os alunos de Obstetrícia pedem apoio de todos para que o curso não seja fechado.
Nota da redação: Os cursos de graduação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP), mais conhecida como USP Leste, podem ter uma redução de, no mínimo, dez vagas cada um. Em algumas carreiras, o número chegaria a 80, o que totalizaria uma redução de 330 vagas em toda a unidade.
A proposta consta no Estudo das Potencialidades, Revisão e Remanejamento de Vagas nos Cursos de Graduação da EACH. O documento é o resultado do trabalho de um grupo de sete professores - entre eles, o ex-reitor da USP Adolpho José Melfi - e avaliou vagas, carga didática, disciplinas optativas e otimização dos recursos humanos de cada graduação.

Fonte: Portal G1

Desistência de alunos bate recorde na USP

Nos últimos sete vestibulares, o número de estudantes aprovados em primeira chamada que desistiram de cursar a Universidade de São Paulo (USP), a maior do País, cresceu mais de seis pontos porcentuais e atingiu 1.742 calouros dos 10.652 aprovados neste ano, ou 16,35% do total, número recorde.

Universidade pública que lidera a produção científica no Brasil, a USP também foi afetada pela expansão de vagas no ensino superior público em São Paulo nos últimos anos - além da própria USP, as públicas Unifesp, Unesp e Unicamp ampliaram o número de vagas oferecidas. Outro fator que ajuda a explicar as desistências é o programa federal de financiamento estudantil (Fies), que dá crédito a juros baixos a quem deseja fazer um curso superior pago.Em 2005, o número de desistentes após a primeira chamada não chegava a 10% - ficou em 9,9%, ou 956 calouros dos 9.567 aprovados. Aquele ano foi marcado pela criação do Programa Universidade Para Todos (ProUni), que concede bolsas de estudo a estudantes em instituições particulares de ensino superior, e pelo início do funcionamento da USP Leste, extensão do câmpus da capital que abriga cursos de graduação com novas propostas e baixa procura - o que fez a USP dar sinais de revisão no funcionamento deles.
Com o aumento de desistentes, cresceu o número de convocados a chamadas posteriores. No vestibular 2011, a segunda chamada da USP teve 2.562 candidatos convocados, outro recorde. Ontem, a USP realizou a matrícula dos candidatos aprovados em terceira chamada, cuja lista de convocados teve 1.113 vestibulandos.
Os números e os porcentuais da desistência na universidade foram divulgados na sexta-feira pela Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), órgão executor dos vestibulares da USP. Diretora-executiva da Fuvest, Maria Thereza Fraga Rocco disse que a fundação não comentaria os números. “Isso cabe apenas à USP.”
Procurada pela reportagem, a pró-reitora de graduação da USP, Telma Zorn, não havia respondido até as 23h de sexta-feira às questões enviadas por e-mail a ela, à noite.
Além do aumento de desistentes, a USP convive nos últimos anos com uma queda significativa no número de inscritos na Fuvest, que foi de 170 mil no vestibular 2006 para 133 mil no de 2011.
“É outro indicador importante porque não é só na hora da matrícula que você vê se o aluno está tendo preferência por outra instituição. Muitos alunos, principalmente na rede pública, nem sabem que a USP é gratuita”, diz Rubens Barbosa de Camargo, professor da Faculdade de Educação da USP. “Esse aumento de desistentes tem a ver com políticas adotada recentemente, como o ProUni. Mas, a rigor, é preciso fazer uma pesquisa para saber por que os estudantes preferem outra instituição. Isso ocorria, mas não nessa intensidade”, afirma.

Fonte: 

Eleições GPP: Mensagem aos estudantes do prof. Vaz

Do blog do Vaz http://vaz.blog.br/blog/?p=917

Prezados e prezadas estudantes de GPP,

Escrevo esta mensagem para deixar claro meu posicionamento com relação à eleição para coordenador neste ano. Perdoem-me se ficou um pouco longa. Em alguns lugares, mantive praticamente o mesmo texto de carta encaminhada aos docentes.
Primeiramente, quero registrar que temos duas chapas com docentes que merecem nossa consideração, seriamente dedicados às suas responsabilidades na universidade e em nosso curso. Teremos, qualquer que seja o desfecho, uma dupla de coordenação capaz de, a um modo ou a outro, fazer um bom trabalho à frente do curso.
Devo dizer que muito me preocupa a situação em que nos vemos, por conta da recente decisão de não formalizar a CoC. Todos sabem que posicionei-me contra tomar essa decisão, pois nos levou a criar um problema onde não havia, porque não se colocava nenhuma restrição ao nosso modus operandi, desde que amparado em um arcabouço formal, sempre necessário quando se trata de uma organização pública, que só pode operar dentro de normas legitimamente constituídas.
O desenrolar dos fatos já nos coloca em uma situação esdrúxula: estamos organizando uma eleição para coordenação do curso que não é reconhecida pela direção e CG.  Não sabemos ainda quais serão as consequências, inclusive, sobre a real possibilidade dos vencedores assumirem a função.  Creio que as duas chapas candidatas têm, aqui, sua primeira prova de liderança, na manifestação clara de suas posições e na iniciativa para construir alternativas sem desrespeitar a CoC e o coletivo. A omissão, aqui, é o pior dos mundos.
Mas, mesmo sob o risco de ser uma eleição estéril, acho excelente o processo eleitoral, por permitir que o debate surja. O consenso é bom, mas o  dissenso é edificante. E é instrumento para que aperfeiçoemos nosso curso.
Ao longo destes cinco anos, o Prof. José Renato, como coordenador, procurou manter um ambiente de colaboração,  trabalho conjunto e respeito à pluralidade de opiniões. Esse trabalho nem sempre agradou a todos, e não foi compreendido por alguns.  Com todo respeito a estes, devo afirmar que tenho muito orgulho de ter colaborado meu pouquinho com a gestão do Prof. José Renato, e agradeço a ele, e aos estudantes pela ajuda e compreensão que tive ao longo destes cinco anos.
Nesta eleição, decidi apoiar a chapa encabeçada pelo Prof. Jorge, por considerá-la a melhor opção para manter as práticas de coordenação que considero satisfatórias e melhorar as nossas deficiências. Isto não significa nenhum  demérito aos colegas da outra chapa, cuja seriedade  e competência reconheço.
Além da afinidade pessoal com o Prof. Jorge e o Prof. Eduardo, creio que compartilhamos, também, uma grande afinidade em termos de visão de mundo, de posicionamento político (ainda que não em termos partidários) e, o mais importante, de visão da Universidade e de seu papel transformador na sociedade.  Se a USP não fomenta e democracia e não ajuda a reduzir a desigualdade em nosso país, estamos falhando gravemente. A USP não pode limitar-se a ser espaço de reprodução social para uma elite das classes médias e altas, nem ser um espaço de reprodução do pensamento dominante. Precisa cada vez mais incluir os excluídos por nossa história, oferecer análises críticas e alternativas para  contribuir a democratização efetiva de nossa sociedade. Os dois colegas compartilham esse compromisso.
Ao longo destes 5 anos, o Prof. Jorge e o Prof. Eduardo sempre procuraram apoiar as iniciativas da CoC e da coordenação do curso, assumindo uma postura firme e colaborativa.  Neste momento eleitoral, em nenhum momento apelaram ao discurso fácil da crítica à coordenação atual, nem apodaram-na de inoperante, irresponsável ou coisas do gênero.   Têm apontado as necessidades de melhoria do curso a partir do entendimento de que essas serão fruto do diálogo e do trabalho coletivo.
Nessa perspectiva, o Prof. Jorge e o Prof. Eduardo têm valorizado a dimensão política das decisões e encaminhamentos exigidos pela gestão do curso: “A Coordenação de Curso é importante do ponto de vista gerencial, do ponto de vista administrativo, do ponto de vista gestor; mas é infinitamente mais importante do ponto de vista da representação.” Esse papel de representante e liderança do curso tem que se apoiar em processos de discussão coletiva e na prática cotidiana do diálogo.
Isso não representa a negativa à tarefa de construir uma institucionalidade sólida para a gestão do curso, mas significa entender que as instituições não são abstratos universais sem contexto. Elas não existem à parte dos processos politicos que as cercam. Em nosso curso, isto exige uma abertura para a diversidade, para o pensar coletivamente e para a divergência que o Prof. Jorge sempre demonstrou, desde que instituímos nossa CoC ampliada.
Sempre admirei esta maturidade do colega que, mesmo nos momentos em que divergimos, zelou para que a discordância se fizesse respeitosamente, e jamais descambou para acusações ou críticas pessoais. Aprecio muito essa sua capacidade de ser firme em suas posições, mas sempre em busca de construir soluções de consenso ou que contemplem pontos de vista distintos. Esse é um papel de liderança madura e consistente que espero ver em quem nos represente.
Entendo que o Prof. Jorge possa assumir essa liderança, sem cair na burocracia ou no democratismo, e sem fazer média com colegas ou com os alunos.  O papel da coordenação do curso não é participar de eventos sociais, confraternizar ou ser despachante das demandas de docentes e alunos. Também não é papel da coordenação intervir na política estudantil, nem alimentar discussões públicas com os estudantes com quem tenha menos afinidade política ou pessoal. O papel principal da coordenação é zelar pela qualidade do curso, ainda que isso exija, muitas vezes, dizer “não”, negociar ou lidar com diferentes posicionamentos.
Queria destacar, também, a dedicação do Prof. Jorge e do Prof. Eduardo às atividades de pesquisa. Além de docents qualificados, com amplo domínio de suas áreas, são grandes pesquisadores. Neste campo, suas trajetórias são exemplares, pela densidade e consistência dos trabalhos de pesquisa realizados, articulando grupos de pesquisa, publicando e estimulando os estudantes a envolverem-se com o trabalho científico.
Outro ponto que valorizo muito no trabalho de ambos é seu comprometimento com as atividades de extensão. Neste quesito, estão entre os mais envolvidos dos docentes de nosso curso. Vejam-se a valorosa iniciativa da Reserva Cultural, criada pelo Prof. Jorge, e o trabalho do Prof. Eduardo junto ao CEEPS, em Suzano, em que estimulou, articulou e orientou, mas deixou o papel de protagonista para os estudantes da EACH, que hoje assumiram a direção de uma entidade e executam convênios com órgãos públicos.
Por esses motivos, declaro meu apoio à chapa do Prof. Jorge e do Prof. Eduardo. Tenho certeza que são a melhor opção para coordenar nosso curso, dentro dos marcos da democracia e do compromisso com a mudança social.
Obrigado.
Prof. José Carlos Vaz

De Zé Renato: Posição frente às eleições em GPP



Caros colegas e alunos,
segue no anexo carta de minha autoria, endereçada a todo corpo docente e discente, na qual exponho minha posição frente ao processo eleitoral do curso de GPP.
Abraços a todos; Zé Renato

Prof. José Renato de Campos Araújo
Coordenador de Curso
Gestão de Políticas Públicas
Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH)
Universidade de São Paulo (USP)

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Caros colegas e alunos;
Aproveito a manifestação do colega José Carlos Vaz aos docentes do curso, sobre sua posição em
nosso processo eleitoral, como uma oportunidade para expressar minhas posições enquanto docente dentro da escolha do coordenador de GPP e de seu suplente. Não podendo deixar de parabenizá-lo por assim agir, pois além de docente competente e suplente do mais alto gabarito nos últimos 5 anos, o Prof. José Carlos Vaz nos brinda com uma aula sobre como se portar, se movimentar e se expressar dentro de organizações públicas. Pois diferente de muitos que fazem debates nos corredores, em mensagens eletrônicas para poucos destinatários ou através de longos telefonemas para colegas, prefere expor sua posição com clareza numa carta direta aberta a todo corpo docente de nosso curso. 
Sem dúvida, não posso deixar de parabenizá-lo! Com certeza isso somente aumenta meu orgulho em tê-lo como companheiro de chapa e de gestão nestes últimos 5 anos. Além de me dar satisfação em lembrar que durantes estes 5 anos em todo final de ano sempre fiz questão de lhe enviar uma mensagem pessoal, na qual agradecia pelo privilégio de tê-lo como parceiro e companheiro dentro da EACH, compartilhando a gestão de nosso curso. 
Com isso, faço com prazer o que já tinha me programado a fazer nas vésperas de nosso pleito, enviar uma carta pública para todo corpo docente e discente de GPP na qual expresso minha posição com clareza frente a disputa natural que vivemos dentro de nosso curso no início deste semestre letivo, aproveitando também para fazer um breve balanço do cenário que vivemos atualmente. 
Começo pelo cenário, dado ser o que mais me aflige atualmente, e por ter certeza que as duas chapas
pleiteantes à coordenação de GPP são aptas a realizarem um ótimo trabalho nos próximos dois anos, seja qual for o resultado do processo eleitoral da próxima semana. E até porque tenho certeza que será o cenário no qual vivemos o primeiro grande desafio da próxima coordenação de curso. 
Como todos sabem, ou pelo menos deveriam saber, o resultado do processo eleitoral não será legitimado pelas instâncias da EACH e da USP, conforme relato pessoal da presidência da CG em reunião com nossa CoC na semana que precedeu o carnaval. Em outras palavras, a chapa vitoriosa na próxima semana terá  como primeira e urgente tarefa negociar, dialogar e caminhar no sentido de conseguirmos que o resultado de nosso processo eleitoral seja aceito pela CG, pela direção da EACH e pela Pró-reitoria de Graduação. Uma vez que nosso processo vem sendo contestado por estes órgãos como ilegítimo por não seguirmos o regimento das CoC da EACH e a resolução da Pró-G que regula a existência de colegiados como o nosso.
Sem dúvida, os vitoriosos terão que dialogar e negociar tanto internamente ao nosso curso como nestas instâncias da universidade para que o curso de GPP não seja prejudicado. Um exemplo somente: no próximo dia 7 de abril acontecerá uma importantíssima reunião da CG, na qual será discutido o regimento da própria CoC no sentido de ser reformado, e, principalmente, será nesta reunião que o relatório Melphi (tão falado e comentado desde ontem na EACH) será discutido para que questões como corte de vagas, fechamento de cursos e turmas sejam deliberadas. E, justamente numa reunião como essa, será o primeiro momento que o curso de GPP terá perdido sua condição de membro da CG, pois com o nosso processo eleitoral à margem do regimento atual da CoC o futuro “coordenador” será impedido de votar nesta reunião e de todas as demais enquanto insistirmos em não seguir os regimentos da nossa unidade e universidade. 
O parágrafo anterior relata só um exemplo das inúmeras dificuldades que o curso terá a partir do dia29 de março, data de término do mandato da atual coordenação. E, sem dúvida alguma, a próxima coordenação no
primeiro minuto após a proclamação do resultado da eleição já terá que se movimentar no sentido de contornar tal situação. Movimento que eu e o Prof. José Carlos Vaz já tentamos fazer nos últimos meses, mas que se mostrou infrutífero devido a dificuldades internas ao nosso curso, como todos já sabem, e pela posição institucional da presidência da CG que faz questão de cumprir o regimento. Uma vez que toda e qualquer CoC é um órgão auxiliar da CG criado por ação deste colegiado, conforme prevê a RESOLUÇÃO CoG Nº 5500, DE 13 DE JANEIRO DE 2009 (D.O.E. -29.01.2009-http://www.usp.br/leginf/resol/r5500m.htm) do Conselho de Graduação da USP, órgão colegiado deliberativo da Pró-Reitoria de Graduação. 
Não posso deixar de destacar o que já disse pessoalmente a todos ao presidir as reuniões de nossa CoC; cumprir as normas regimentais da EACH e da USP não significa em nada modificar a gestão democrática de
nosso curso. Pois desde 2006 tal gestão se implantou além dos regimentos da USP e da EACH, pois a formalização de nosso colegiado seria somente um ato burocrático administrativo que nada mudaria no cotidiano de nosso colegiado. E digo isso não por mim, uma vez que sempre garanti pessoalmente, com apoio incondicional de meu suplente – Prof. José Carlos Vaz – e de todos os docentes de nosso curso, que nossa CoC se ampliasse na participação docente como também no número de discentes que participam de nosso colegiado. Pois tenho certeza absoluta que nenhuma das duas chapas agirá diferente, dado as características e posicionamentos dos 4 candidatos nestes últimos 5 anos, e também por causa da cultura criada em nosso curso em relação ao nosso colegiado. 
A partir deste cenário gostaria de expressar meu apoio à chapa liderada pelo Prof. Jorge Machado, que tem por suplente o Prof. Eduardo Caldas, pois além de nossas afinidades de posições, fica bastante claro nos seus documentos de candidatura e de seu programa de ação que a opção da chapa é por uma atuação Política frente à gestão de nosso curso. E, sem dúvida, o que precisamos neste momento, e no futuro à frente de uma CoC ampliada e com participação ativa e efetiva do corpo discente, é de uma coordenação que entenda a dimensão política de nosso colegiado, e a partir disto faça com que nosso curso assuma papel de relevância dentro da EACH, o qual sempre ocupou desde 2005. 
Termino dizendo que fico muito feliz em ver a mobilização em torno das eleições de nosso curso, e
entendendo que qualquer que seja o resultado nosso curso somente terá a ganhar, pois com certeza todos sairemos engrandecidos deste processo. Pois Política, com P maiúsculo, se faz através do debate franco, da exposição de ideias, e com os participantes não tendo vergonha ou receio de expressarem suas posições. Pena que uma parte de nosso curso opte pela demagogia, pela retórica inconsistente e pelo populismo descarado, no qual a palavra é utilizada para produzir discursos rebuscados nos quais se grita em nome do coletivo e da democracia nas linhas, mas nas entrelinhas fica claro que a preocupação é sempre individual, oportunista, reacionária e autoritária. E o que é pior, fazendo proselitismo durante sua atividade acadêmica e didática dentro das salas de aulas de nossa escola. E faço questão de deixar claro, que estas palavras não se aplicam em nada e passam longe dos colegas Fernando Coelho e Cecília Olivieri, colegas os quais respeito profundamente e que sempre agiram com lealdade e profissionalismo no nosso cotidiano de trabalho acadêmico; exemplo que poderia e deveria ser seguido por todos de nosso curso. 

São Paulo 19 de março de 2011

Para ler o original da carta clique aqui.


sexta-feira, 18 de março de 2011

Grupo de Trabalho apresenta propostas para área acadêmica da EACH

Grupo de Trabalho para Estudo das Potencialidades, Revisão e Remanejamento de Vagas nos Cursos de Graduação da EACH entregou na última segunda-feira o relatório com as propostas de alterações na área acadêmica da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP). A apresentação das sugestões ocorreu em uma reunião que contou com a presença da direção, coordenadores dos cursos e integrantes do grupo, como o Prof. Dr. Adolpho José Melfi, reitor da USP de 2001 a 2005 e presidente do Grupo de Trabalho, e o Prof. Dr. Waldenyr Caldas (ECA).

Formado em julho de 2010, o grupo realizou 11 reuniões com docentes, coordenadores e alunos para reorganizar a estrutura curricular da graduação, remanejar parte das vagas existentes e apontar soluções para cursos com evasão ou baixa procura.

Segundo o Prof. Dr. Adolpho José Melfi, presidente do grupo, as principais propostas feitas no relatório são a redução de vagas na graduação e que a distribuição da carga didática de cada curso fique concentrada na Comissão de Graduação (CG) e não mais nas coordenadorias, como ocorre atualmente.

“Observamos que cada curso se inicia com 60 alunos em uma sala de aula. Esse é um número muito alto e, por isso, sugerimos a redução de dez vagas em cada curso. Essa medida faz com que o professor possa dedicar mais atenção ao estudante, que, consequentemente, adquire uma melhor formação”, explica o Prof. Melfi. De acordo com ele, ainda foi sugerida a redução de uma turma no curso de Licenciatura em Ciências da Natureza, devido à baixa procura no vestibular. Já para o curso de Ciências da Atividade Física, foi proposto que os alunos possam utilizar a infraestrutura das atividades esportivas localizadas na Cidade Universitária.

A presidente da Comissão de Graduação, Profa. Dra. Mônica Sanches Yassuda, também participou do encontro e afirmou que a partir de agora serão realizadas reuniões com a direção e com os coordenadores dos cursos para estabelecer como as mudanças propostas pelo Grupo de Trabalho serão implantadas.

Foto: Presidente do Grupo de Trabalho, o Prof. Dr. Adolpho José Melfi apresentou as mudanças sugeridas para a área acadêmica.





Da página oficial da EACH USP. http://each.uspnet.usp.br/site/noticia.php?id=989


Para contribuir com o debate, publico aqui quantas vagas ainda sobraram para a terceira chamada deste ano, 2011. Notem que não teve interessado em LCN.


Terceira chamada
Carreira 229-Marketing-USP Leste, SP
Curso 58-Marketing-Matutino - (5 chamados)
Curso 59-Marketing-Noturno - (9 chamados)

Carreira 226-Lazer e Turismo-USP Leste, SP
Curso 53-Bacharelado em Lazer e Turismo-Vespertino - (3 chamados)
Curso 54-Bacharelado em Lazer e Turismo-Noturno - (3 chamados)

Carreira 223-Gestão de Políticas Públicas-USP Leste, SP
Curso 47-Gestão de Políticas Públicas-Matutino - (2 chamados)
Curso 48-Gestão de Políticas Públicas-Noturno - (6 chamados)

Carreira 221-Gestão Ambiental-USP Leste, SP
Curso 44-Bacharelado em Gestão Ambiental-Matutino - (4 chamados)
Curso 45-Bacharelado em Gestão Ambiental-Noturno - (9 chamados)

Carreira 237-Têxtil e Moda-USP Leste, SP
Curso 71-Bacharelado em Têxtil e Moda-matutino - (4 chamados)

Carreira 419-Gerontologia-USP Leste, SP
Curso 32-Curso de Graduação em Gerontologia - (12 chamados)

Carreira 427-Obstetrícia-USP Leste, SP
Curso 42-Curso de Graduação em Obstetrícia-integral - (9 chamados)

Carreira 602-Computação
Curso 13-Bacharelado em Ciência da Computação - (2 chamados)
Curso 14-Bacharelado em Sistemas de Informação-Matutino - (13 chamados)
Curso 15-Bacharelado em Sistemas de Informação-Noturno - (45 chamados)

Total: 126 vagas para a terceira chamada.

Leia também: USPLESTE pode fechar mais de 300 vagas.

Ainda há esperança. Que venham os futuros líderes deste país...

Jovens querem ser políticos

USP LESTE - EACH

Vídeo institucional da EACH parte 1.

Vídeo institucional da EACH parte 2.

Opiniões sobre o ciclo básico da EACH. 1

Opiniões sobre o ciclo básico da EACH. 2