segunda-feira, 31 de maio de 2010

Disciplina Optativa em LZT para alunos de GPP


Prezados Alunos,

Repasso a mensagem do meu amigo e professor André Fontan (LZT), apresentando sua disciplina em LZT como uma optativa para os alunos de GPP.

Para quem tem interesse na área, recomendo a disciplina, considerando a competência e seriedade do Prof. André Fontan.

Um abraço,

Prof. Fernando Coelho

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Caros Alunos

A disciplina ACH1534 - Impactos sócio-econômicos do lazer e turismo transformou-se em optativa do Curso de Bacharelado em Lazer e Turismo; dessa forma, há vagas disponíveis para os(as) alunos(as) de GPP.

Meu nome é André Fontan Köhler, graduado em Administração, mestre em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP e doutorando em Urbanismo pela FAU-USP. Já ministrei em semestre passado a disciplina Políticas de Cultura no curso de GPP.

Nesta disciplina eu abordarei os impactos sócio-econômicos propostos, através da Teoria dos Jogos, parte da economia muito importante e atrativa para quem estuda gestão pública. A Teoria dos Jogos procura explicar situações de interação estratégica, quais sejam, aquelas nas quais dois ou mais participantes reconhecem a interdependência mútua das suas decisões.

De forma resumida, trata-se de situações nas quais os participantes não agem em um "vácuo"; as suas escolhas dependem das escolhas feitas pelos outros, e vice versa. Por exemplo, através dessa teoria pode-se analisar se o poder público pode e deve instituir uma nova taxa de combate à poluição sobre firmas poluidoras, como funcionam os leilões para compra e venda de bens e serviços, e como se dá a escolha do eleitor de acordo com diversos sistemas de votação.

Os discentes de GPP serão muito bem-vindos na disciplina, que estará voltada não só ao lazer e turismo, mas também abordará importante conteúdo de políticas públicas.

Abraços

Prof. André Fontan
afotan@usp.br


quinta-feira, 27 de maio de 2010

PARALISAÇÃO GERAL DAS AULAS - CICLO BÁSICO

Após o envio de meu primeiro email ( "Podemos contribuir para Melhorar nossos CURSOS!") com a proposta de uma ASSEMBLÉIA GERAL para discutirmos o futuro do ciclo básico, foram geradas cerca de 50 respostas sobre o assunto mostrando que os alunos estão sim dispostos a discutir e debater de forma inteligente sobre seu futuro acadêmico. Como dito pelo professor Renato Vicente precisamos organizar um debate independente entre alunos e professores interessados... (?Gostaria de sugerir que se organizasse um debate *independente*?)Sendo assim venho por em prática minha idéia inicial propondo uma PARALISAÇÃO GERAL DAS AULAS no dia 01/06/2010 (terça-feira) para que nós alunos possamos nos reunir e apresentar junto a direção, congregação e coodernação do Ciclo Básico uma proposta que seja de interesse geral. Esta assembléia ocorrerá nos TRÊS PERIODOS (manhã, tarde e noite) respectivamente as 9:00 H, 15:00 H e 20:00 H.
Precisamos de alunos que estejam dispostos a trabalhar na coordenação dessas reuniões nos períodos da manhã e tarde, peço aos que puderem me enviem seus nomes e cursos para que sejam divulgados nessa lista no máximo na segunda-feira.

A ideia é redigir uma ou mais proposta de forma Democrática com participação de todos os CURSOS!

Temos Muito a Melhorar, Temos boas Ideias(muitas presentes nos e-mail's), Precisamos sair da Inécia!

No aguardo, das manifestações daqueles que querem UM CURSO MELHOR e vão aproveitar este momento!

Contamos com o apoio dos Professores e de Todos os Alunos!

Leandro Trindade / Murillo Barreto

Alunos de SI - 3º ano, Noturno.

"É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar." Martin Luther King


Eu apoio esta idéia.

Basilio - GPP.

Servidores Apostam em Formação Permanente para Modernizar a Máquina Estatal

Aos alunos de GPP...

Encontrei este artigo na página do Centro de Estudos Latino-Americano David Rockefeller da Universidade de Harvard e achei bastante interessante e motivador ao nosso curso.

Boa Leitura!

Felipe Andrade.
Aluno do curso de Gestão de Políticas Públicas - USP
Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo


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Servidores Apostam em Formação Permanente para Modernizar a Máquina Estatal
(Carolina Stanisci - Estadão.edu)

Source: Estadão On Line
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,servidores-apostam-em-formacao

Setor público atrai jovens dinâmicos e com foco nos resultados
Montar equipes de funcionários dinâmicos, capacitados e com foco em resultados é o sonho de qualquer empresário. Jovens com esse perfil, porém, estão procurando cada vez mais o setor público - atraídos não apenas pela velha estabilidade no emprego e por salários em alta, mas pela vocação de servir à comunidade.

Eles se dispõem a ser a elite do funcionalismo, em todos os níveis de governo. Para combater a imagem de que o candidato ao serviço público quer, no fundo, se encostar, apostam no aperfeiçoamento profissional, muitas vezes com pós-graduações no exterior, e usam termos típicos da iniciativa privada, como resultado e cliente.

Mestrando em políticas públicas em Harvard, nos Estados Unidos, o paraibano Pedro Henrique de Cristo, de 27 anos, pretende engrossar o exército dos mais de 10,1 milhões de funcionários públicos do País, segundo estimativa publicada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no ano passado. Com um interesse precoce pela política - leu O Príncipe, de Maquiavel, aos 11 anos -, Pedro descobriu ainda durante a graduação em Administração, na Universidade Federal da Paraíba, que tinha de arregaçar as mangas para defender o chamado bem comum.

"Tinha muita corrupção no centro acadêmico. Ninguém prestava contas para ninguém. Além disso, a cada seis meses havia greve na universidade."

Nessa época, 2006, Pedro era estagiário da prefeitura de João Pessoa. Ele e os colegas começaram a reivindicar melhorias na universidade. Fizeram tanto barulho que o prefeito Ricardo Coutinho convidou-os para uma conversa. "Ele ficou falando de como era difícil fechar as contas de água, luz, as folhas de pagamento."

Pedro sugeriu montar uma equipe só de universitários para analisar o problema das contas. O prefeito topou, com uma condição: que eles reduzissem os gastos em R$ 300 mil em três meses. "Conseguimos alcançar a meta em um mês."

Pedro conseguiu uma bolsa da Fundação Estudar para fazer o mestrado em Harvard. Quer voltar ao Brasil - e ao funcionalismo. "Já tomei a decisão, quero mudar o jogo. O Brasil está num momento importante e eu acho que não seria bom em outra área."

Guinada. Mudar o jogo, no atual estágio do setor público, significa, entre outras coisas, criar um padrão de eficiência. É a isso que se propõe Luiz Claudio Marques Campos, de 33, recém-aprovado em um concurso federal para admissão de especialistas em políticas públicas e gestão governamental.

Nascido em Passos (MG) e formado em Direito pela USP, Campos desistiu de trabalhar em um escritório de advocacia e de prestar concurso para carreiras jurídicas, como magistratura e Ministério Público, disputadas por causa dos salários e benefícios generosos. "Advoguei em escritório, mas estava infeliz. Lá, concordando ou não, eu tinha que defender empresas", diz Campos.

O advogado deu uma virada na carreira depois de se matricular num curso sobre as relações do terceiro setor com o governo, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. "Foi um choque, no bom sentido. Descobri que havia toda uma área para começar a olhar no Brasil."

Campos largou o escritório de advocacia e passou a trabalhar no terceiro setor, às vezes como voluntário. Teve passagens por diversas ONGs até perceber que, para continuar trabalhando para o público, precisava de um salário decente. A carreira que escolheu tem um piso nada desprezível, de R$ 12,4 mil. O teto chega a R$ 17,3 mil.

Wharton. Sete anos mais velho que Campos, Mateus Affonso Bandeira é funcionário do governo gaúcho desde 1993 e chegou a comandar a Secretaria de Planejamento e Gestão - hoje preside o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). Está na área há tempo suficiente para considerar perigosa a estabilidade, um dos fatores de atração da carreira pública, porque "permite a acomodação".

Graduado em Informática pela Universidade Católica de Pelotas, Bandeira já fez de tudo no funcionalismo estadual. Vindo do setor privado - trabalhava com Tecnologia da Informação -, ele começou ajudando a modernizar a rede de informática da Secretaria da Fazenda. "Fomos pioneiros na nota fiscal eletrônica. A primeira foi emitida em 2006."

De lá para cá, Bandeira diversificou suas atividades - licenciou-se do cargo para montar o setor de TI da Companhia Estadual de Energia Elétrica, depois migrou para a área de negócios da estatal. Criou até uma empresa de telecomunicações dentro da companhia. "Era um negócio totalmente novo."

Para conhecer melhor a área de negócios, Bandeira procurou capacitação fora do País. Fez MBA numa das escolas mais famosas de finanças, a americana Wharton - estar em constante capacitação é, aliás, uma característica comum aos jovens gestores públicos.

Mérito. "O serviço público anda mais atraente, e acabou interessando a gente boa também. Mas falta um sistema de incentivo maior", lamenta Bandeira. Para ele, programas de meritocracia deveriam ser a norma no setor, não a exceção. "Se a gente não premiar o mérito, acaba premiando a mediocridade."

Para vencer a mediocridade, o caminho, na maioria das vezes, é o da capacitação. Há algumas "ilhas" no setor público preocupadas com isso. Em 2009, passaram pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), em Brasília, 32 mil servidores. A maioria fez cursos a distância, mas 12 mil frequentaram as aulas.

Criada em 1986, a escola ensina como montar pregões eletrônicos e peças orçamentárias. Também tem aulas que lembram as ministradas em empresas privadas - como "ser líder e gerente proativo". "Devemos fazer política de desenvolvimento permanente, porque não basta fazer um curso logo no início e depois não fazer mais nada", diz Helena Kerr do Amaral, presidente da Enap.

Alguns cursos são reconhecidos pelo MEC, como a especialização em gestão pública. Outros servem como etapas eliminatórias em concursos.

Ocupante de um cargo de confiança do Ministério da Justiça, Felipe de Paula, de 27 anos, teve de passar pela Enap ao ingressar na carreira de especialista em gestão pública.

"É um curso bem completo. Em seis meses, temos ferramentas práticas, avaliação e monitoramento de políticas públicas", conta Felipe. Graduado em Direito pela USP, ele está no governo desde 2006. "Me encantei com o trabalho. Acho que minhas características têm mais a ver com a vida pública do que com a advocacia."

Para Luiz Palma, assessor de Relações Institucionais da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap), ligada ao governo paulista, o encantamento inicial durante a fase da capacitação pode desembocar em frustração.

Paradoxo. "É uma condição paradoxal que vivemos na administração pública", diz Palma. "Formamos gestores com modelos maravilhosos - competição, criatividade, rapidez. Mas, na prática, eles vão trabalhar com a rigidez do direito público, que tolhe o setor."

Essa contradição não desanima Quéren Colnago, de 19 anos, aluna do 2º ano de Administração Pública da FGV em São Paulo. De olho no setor público, Quéren trabalha na consultoria júnior da faculdade, onde tem clientes como o Ministério Público Federal e a Prefeitura de São Paulo.

Na FGV, Quéren tem lições sobre como "fazer com que o meio para alcançar o resultado seja o menos burocrático possível". "Também temos aula de psicologia, para motivar as pessoas. Deve ser difícil lidar com a bagagem de estereótipos de que servidor não trabalha."

Diretora da Escola de Administração da FGV, Maria Teresa Fleury diz que o curso de Administração Pública sofreu mudanças ao longo do tempo, incorporando técnicas da administração privada. "Antes se discutia o que era o Estado, as teorias políticas", diz. Hoje, as aulas são mais voltadas para resultados práticos.

Professor do primeiro curso de Administração Pública do País, o da Fundação Getulio Vargas do Rio, criado em 1952, Paulo Motta acha que houve equívocos na formação de servidores nesse período. "Os estudantes iam estudar grandes temas pensando que iriam liderar, virar grandes ministros."

A chefe do Departamento de Gestão Pública da FGV em São Paulo, Maria Rita Loureiro ressalta que, embora tenha adquirido traços do mundo privado e se modernizado, a administração pública sempre terá uma lógica própria. "Se na empresa, o lucro é que permite sobrevivência, no setor público, impera o interesse público."

Fonte: www.drclas.harvard.edu/brazil
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Ainda há esperança. Que venham os futuros líderes deste país...

Jovens querem ser políticos

USP LESTE - EACH

Vídeo institucional da EACH parte 1.

Vídeo institucional da EACH parte 2.

Opiniões sobre o ciclo básico da EACH. 1

Opiniões sobre o ciclo básico da EACH. 2